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Meio Ambiente

Julho termina com focos de calor em duas terras indígenas de MS

Registros do INPE ocorreram nas áreas Kadiwéu e Taunay/Ipegue, em Aquidauana e Porto Murtinho

Por Anderson Viegas | 31/07/2026 13:33
Julho termina com focos de calor em duas terras indígenas de MS
Mapa do BDQueimadas, do Inpe, mostra os dois focos de calor registrados em Mato Grosso do Sul entre 30 e 31 de julho, nas terras indígenas Kadiwéu (Pantanal) e Taunay/Ipegue (Cerrado) (Foto: BDQueimadas)

Mato Grosso do Sul encerra julho com dois focos de calor detectados em terras indígenas, segundo dados do BDQueimadas, sistema mantido pelo INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). Os registros foram identificados entre está quinta e sexta-feira ( 30 e 31 de julho) nas terras indígenas Kadiwéu e Taunay/Ipegue.

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Mato Grosso do Sul encerrou julho com dois focos de calor em terras indígenas, segundo o BDQueimadas, do Inpe. Os registros foram feitos entre os dias 30 e 31 nas terras Kadiwéu, no Pantanal, em Porto Murtinho, e Taunay/Ipegue, no Cerrado, em Aquidauana. O estado respondeu por 0,5% dos 409 focos registrados no Brasil no período. A Bahia liderou com 115 ocorrências.

A Terra Indígena Kadiwéu, no Pantanal, teve um foco registrado em Porto Murtinho. O segundo foi detectado na Terra Indígena Taunay/Ipegue, no Cerrado, localizada em Aquidauana.

Estado respondeu por 0,5% dos registros do País

Em todo o Brasil, o BDQueimadas (Banco de Dados de Queimadas) contabilizou 409 focos de calor entre 30 e 31 de julho. Mato Grosso do Sul apareceu com dois registros, equivalentes a 0,5% do total nacional.

A Bahia liderou o levantamento, com 115 focos, ou 28,1% do total. Na sequência ficaram Maranhão, com 76; Minas Gerais, com 52; Piauí, com 45; e Tocantins, com 25.

Ao todo, o sistema identificou 13 focos em terras indígenas brasileiras no período. Além dos dois registros em Mato Grosso do Sul, houve ocorrências em áreas de Tocantins, Bahia e Roraima.

Os focos de calor são detecções feitas por satélites e indicam pontos com temperatura elevada na superfície. O registro não representa, sozinho, a dimensão da área atingida nem permite confirmar automaticamente a ocorrência de um incêndio florestal de grandes proporções.