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Meio Ambiente

Ministro confirma que MS terá prioridade para receber nova verba

Ao todo, o governo federal espera arrecadar R$ 6 bilhões com refinanciamento de multa ambiental

Por Mayara Bueno, da redação, e Osavaldo Junior, de Miranda | 21/10/2017 14:03
Ministro interino do Meio Ambiente, Marcelo Cruz, durante agenda em Miranda.
Ministro interino do Meio Ambiente, Marcelo Cruz, durante agenda em Miranda.

Mato Grosso do Sul será o primeiro contemplado pelo governo federal com parte de R$ 4,6 bilhões, afirmou o ministro interino do Meio Ambiente, Marcelo Cruz, neste sábado. Ele está, junto com o presidente da República, Michel Temer (PMDB), em Miranda, onde ocorre o II Encontro Carta Caiman.

A União vai fazer uma espécie de Refis para garantir o recebimento de dívidas de multas ambientais. O governo espera, ao todo, arrecadar R$ 6 bilhões com a medida. O primeiro edital deve ser de R$ 4,6 bilhões, mas existe a expectativa de arrecadação de outros R$ 1,5 bilhão.

O valor destinado ao Estado, como já havia previsto o secretário da Semagro (Secretaria Estadual de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar), Jaime Verruck, será para retomar projetos de recuperação do rio Taquari, no Pantanal, que há décadas sofre com a degradação e o assoreamento.

Os créditos que serão renegociados são de penalidades junto ao Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais) e de outro órgão.

Programação - A agenda divulgada pelo Planalto previa que, ao meio-dia, o presidente participasse da Cerimônia de Encerramento do II Encontro Carta Caiman, um protocolo prevendo ações para o Pantanal em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Em outubro de 2016, o Pantanal “passou a ser único” para as duas administrações estaduais com a criação de grupo de trabalho para discutir ações integradas para preservar o bioma e promover o desenvolvimento econômico e social na região na planície.

Ainda conforme a divulgação da Presidência, às 13 horas o presidente almoça e às 15h30 volta para Brasília. A assessoria de comunicação da presidência havia dito que, antes de deixar o Estado, Temer poderia conceder entrevista à imprensa.

 

Evento em Miranda marcou assinatura da medida. (Foto: Marcos Ermínio)
Evento em Miranda marcou assinatura da medida. (Foto: Marcos Ermínio)
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