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Campo Grande, Terça-feira, 22 de Agosto de 2017

24/04/2014 19:15

Alcides Bernal diz que tem o que falar e quer ser convocado pelo Gaeco

Josemil Arruda
Bernal ainda tem esperança que a Justiça lhe dê o poder de volta (Foto: arquivo)Bernal ainda tem esperança que a Justiça lhe dê o poder de volta (Foto: arquivo)

O ex-prefeito Alcides Bernal (PP) afirmou nesta quinta-feira (24) que gostaria de ser convocado pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) para colaborar com as investigações desencadeadas no dia 11 de março, com a prisão de Ronan Feitosa, ex-assessor da Prefeitura de Campo Grande, e buscas e apreensões, inclusive na residência do prefeito Gilmar Olarte (PP).

“O Gaeco está fazendo um trabalho importante. Não tenho conhecimento do que está motivando essa investigação, a não ser o que vem sendo noticiado na imprensa. Eu me coloco à disposição para levar as informações, gostaria de ser ouvido pelo Gaeco”, afirmou Bernal.

Questionado se teria o que colaborar com as investigações mesmo que não sejam sobre sua cassação, ocorrida no dia 12 de março passado, e o foco estando concentrado no atual prefeito, Alcides Bernal respondeu: “É, mas a gente acaba tendo alguma iinformação”. Não adiantou, porém, que dados teria para contribuir.

Socorro judicial – Com relação à cassação promovida pela Câmara de Campo Grande, por 23 votos a seis, Bernal revelou que acredita num pronunciamento judicial ainda neste mês dos tribunais superiores (STF e STJ).

“Existem recursos no STJ e STF para que a gente faça Justiça. Estou esperando há muitos dias. O resultado eleitoral precisa ser respeitado. Não é justo que 23 vereadores passem por cima dos votos de mais de 270 mil eleitores”, afirmou o ex-prefeito. “Temos que acabar com essa barbaridade”, emendou.

Bernal continua sustentando que a cassação aconteceu sem motivo justo, apenas pelo interesse de pessoa e outros partidos de assumir a prefeitura. “Foi por politicagem. Tenho muita fé em Deus e espero que os tribunais julguem o mais rápido possível”, disse.

 

 

 




" Não tenho conhecimento do que está motivando essa investigação"
E quer fazer o que lá então???
 
Ronaldo Castor em 25/04/2014 08:23:00
(" Não é justo que 23 vereadores passem por cima dos votos de mais de 270 mil eleitores”)
Continua sem saber o que estava fazendo lá na prefeitura, não sabe até hoje que a função do vereador é fiscalizar os atos do prefeito por determinação da mesma população que os elegeu, e se tais ações estiverem em desacordo com as leis que regem o município é dever deles vereadores, julga-lo e se comprovados os fatos (o que em seu caso, até extrapolou todos os limites) caçar o mandato a ele confiado por estes mesmos eleitores, amparados pelo poder a eles investidos pela população.
 
Antonio Mazeica em 24/04/2014 22:26:01
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