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Campo Grande, Sábado, 19 de Outubro de 2019

02/04/2019 11:07

Alvo de ação da PF assume principal cargo do consórcio Brasil Central

Jader Afonso foi empossado ontem (dia primeiro) como presidente do consórcio

Aline dos Santos
Com projeção na gestão estadual, Jader Afonso foi empossado secretário-executivo do Bloco Brasil Central. (Foto: Arquivo)Com projeção na gestão estadual, Jader Afonso foi empossado secretário-executivo do Bloco Brasil Central. (Foto: Arquivo)

Servidor público estadual e alvo de condução coercitiva na quarta-fase da operação Lama Asfáltica, Jader Rieffe Julianelli Afonso assumiu o cargo mais importante do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento do Brasil Central, que reúne Mato Grosso do Sul, Distrito Federal e mais cinco Estados.

Jader Afonso foi empossado ontem (dia primeiro) como presidente do consórcio. Ele assume o cargo de secretário-executivo, posto abaixo apenas a dos sete governadores do bloco. Desta forma, Jader deve ficar em Brasília, sede do consórcio.

A estrutura organizacional do Brasil Central tem os sete governadores no topo, que se reúnem em assembleia para tomada de decisões; seguida pelo Conselho de Administração, presidido pelo secretário-executivo.

Conforme a assessoria de imprensa do Consórcio Brasil Central, o secretário-executivo é responsável por assessorar o presidente do bloco e presidir as reuniões do Conselho de Administração, composto por um secretário de Estado de cada ente consorciado indicados pelos respectivos governadores.

O conselho executa as ordens dos governadores. Por exemplo, se o objetivo for aumentar as exportações do bloco, o secretário-executivo vai avaliar a melhor forma para atender à determinação.

Além do termo de posse de Jader, o Diário Oficial do Estado trouxe a dispensa de Leonardo Jayme de Arimatéia do cargo de secretário-executivo. O consórcio reúne Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Maranhão, Rondônia e Tocantins. O bloco tem objetivo de fomentar o crescimento individual e regional dos Estados participantes.

Cedência – Auditor fiscal e lotado na Sefaz (Secretaria Estadual de Fazenda), Jader Afonso foi cedido para a Segov ( Secretaria de Estado de Governo e Gestão Estratégica), com ônus para a origem. A cedência foi oficializada também nesta terça-feira. O documento é valido de primeiro de janeiro de 2019 a 31 de janeiro de 2020. 

Batizada de Máquinas de Lama, a quarta fase da operação Lama Asfáltica, em que a PF (Polícia Federal) investiga corrupção na gestão do ex-governador André Puccinelli (MDB), levou Jader Afonso para depor no dia 11 de maio de 2017. Atualmente, a condição coercitiva está proibida.

Jader foi secretário adjunto da Sefaz na gestão de Puccinelli e, no ano de 2017, era secretário-adjunto de Governo. A reportagem não conseguiu contato com Jader Afonso.

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