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Campo Grande, Terça-feira, 18 de Setembro de 2018

22/11/2017 13:23

Azambuja participa de almoço com Temer para discutir reforma da previdência

Governo negocia voto de aliados para texto mais enxuto para mudança nas regras em vigor

Kleber Clajus
Presidente Michel Temer (PMDB) almoçou com governadores, antecedendo jantar com parlamentares aliados no Planalto (Foto: Marcos Corrêa/PR)Presidente Michel Temer (PMDB) almoçou com governadores, antecedendo jantar com parlamentares aliados no Planalto (Foto: Marcos Corrêa/PR)

Reforma da Previdência foi tema de almoço, nesta quarta-feira (22), entre o presidente da República Michel Temer (PMDB) e governadoresm, entre eles o de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB). Articulação antecede jantar com parlamentares no Palácio do Planalto.

Intermediado pelo chefe do Executivo do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), havia expectativa de participação no encontro dos ministros Henrique Meirelles (Fazenda), Ronaldo Nogueira (Trabalho) e do secretário nacional da Previdência, Marcelo Caetano.

Foram apresentados números para reforçar a importância da reforma, como prévia do que deve ser tratado com parlamentares durante jantar visto como última cartada do Planalto para aprovar o texto ao menos na Câmara antes do início do recesso em 23 de dezembro.

Também estiveram presentes na reunião, conforme a Agência Brasil, o relator da reforma da Previdência na Câmara, deputado Arthur Maia (PPS-BA), assim como o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR). Já se admite, inclusive, adotar reforma mais enxuta.

Previdência - Maia pontuou ao G1 que a reforma está focada em três pontos prioritários, sendo eles idade mínima de 65 para homens e 62 para mulheres, regra de transição de 20 anos e unificação dos sistemas de aposentadoria dos setores público e privado.

A reforma ainda precisa de 308 votos para ser aprovada na Câmara dos Deputados, por isso a tentativa de convencer parlamentares com ajuda dos economistas Marcos Lisboa, Samuel Pessoa e José Márcio Camargo durante jantar no Palácio do Planalto.

Temer já ressaltou que o novo texto, com previsão menor que a original de R$ 760 bilhões, deve assegurar economia de R$ 468 bilhões em dez anos. “Não será a reforma dos sonhos de todos, mas será a reforma possível”, tem declarado. “Mas é melhor do que nada”.



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