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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

27/05/2013 13:00

Bernal veta emendas ao projeto de reajuste salarial dos servidores

Jéssica Benitez

O prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP), vetou as quatro emendas adicionais anexadas ao projeto de Lei do Executivo n° 04/2013 que trata do reajuste salarial dos servidores municipais, conforme publicação no Diogrande desta segunda-feira. A matéria, votada em regime de urgência, foi aprovada pela Câmara Municipal na última terça-feira (21).

O chefe do Executivo não autorizou a aplicação de 15% às vantagens pessoais incorporadas e outras vantagens financeiras, fixadas em valor monetário, conforme o artigo 5º do projeto de Lei. Bernal também não concordou em equiparar os plantões de serviço de odontólogos, veterinários, enfermeiros, técnicos de enfermagem, assistentes sociais, farmacêuticos e farmacêuticos-bioquímicos, em 15% como foi feito com a classe médica.

Ele vetou, ainda, o plantão de serviço dos fonoaudiólogos, da categoria de referência 14, fica fixado em R$ 583,97, nos feriados e finais de semana. E, por último, não permitiu que seja assegurado a todo servidor da área de saúde adicional de insalubridade.

Entre outras justificativas publicadas no Diário Oficial, Bernal argumenta que “tanto na União, como nos Estados e em todos os 5.570 municípios da Federação Brasileira, a iniciativa das leis que disponham sobre servidores públicos, seu regime jurídico, provimento de cargos, estabilidade e aposentadoria, é privativa do Chefe do Poder Executivo”.

Na semana passada o líder do progressista na Câmara Municipal, vereador Marcos Alex (PT), já havia cogitado a possibilidade de haver veto das quatro emendas por parte do prefeito. Na ocasião o petista disse que os rejustes sugeridos pela Casa comprometeriam o Orçamento Municipal.

Pressão - No dia da votação, o projeto chegou à Casa de Leis às 9:45 da manhã e foi votado sob pressão dos servidores municipais que foram liberados do trabalho para irem acompanhar os vereadores decidir se passariam ou não o texto. O Executivo chegou a mandar três projetos de reajuste salarial ao Legislativo por conta de erros nas duas primeiras vias enviadas ao parlamento.

Na oportunidade os profissionais que mais reivindicaram foram os odontólogos, veterinários, enfermeiros, técnicos de enfermagem, assistentes sociais, farmacêuticos e farmacêuticos-bioquímicos em busca de deixar o percentual pago a eles pelo plantão igual ao dos médicos. No dia eles alcançaram o objetivo, mas com a decisão de Bernal correm o risco de frustração da emenda.

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estou sofrendo com o pequeno salario da aposentdoria preciso de ajuda de outras pessoas para comprar medicamentos para dor cronica e depresao tenho um doença grave cronica que nao tem cura so tratamento med. ou cirurgico, estou operada ha 4 meses, retirei parte do intestino meu abdomem esta horrivel fui aposentada com salario indevido eu ganhava 3700, hoje ganho 1200 so uma medicaçao e 1200 fora as outras vivo com ajuda de outras pesoas estou com processo de revisao mas o impcg nao da atençao para o meu caso obrigado pela atençao olhem pelo meu caso.
 
marques viana em 05/06/2013 14:11:06
meu caro souza, não sao apenas os vereadores a se beneficiar, isso era uma promessa de campanha para os funcionarios publicos agora so querem o que lhes foi prometido, quem mandou falar antes de ser prefeito agora tudo é diferente e seus funcionarios vao cobralo
 
samuel vosni em 30/05/2013 02:39:30
O aumento dos procuradores não afetam o "ORÇAMENTO" né "BERNAL?" E nem dos "VEREADORES", porque os coitadinhos ganham tão pouco pelo que produzem não é? Temos mais é que acabar com esses chupins do dinheiro público........
 
souza medeiros em 27/05/2013 15:00:57
Essa é a "grande" mudança que o servidor público municipal esperava! Tomem a mudança!!!
 
Reginaldo Nantes em 27/05/2013 13:23:36
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