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Campo Grande, Quarta-feira, 23 de Agosto de 2017

27/11/2013 13:19

Câmara autoriza subsídio de ônibus e tarifa pode cair para R$ 2,47

Bruno Chaves e Kleber Clajus

Por unanimidade, a Câmara Municipal de Campo Grande aprovou nesta terça-feira (27) a criação do Fundo Municipal de Transporte e do Conselho Municipal do Transporte e Trânsito. O projeto, de autoria de 23 vereadoresvotado em regime de urgência, autoriza a prefeitura a assumir os custos com a gratuidade de estudantes e idosos, entre outros, do transporte coletivo. A expectativa é de que a tarifa tenha redução de 8,51%, de R$ 2,70 para R$ 2,47 no próximo ano.

Atualmente, existem 13 modalidades de gratuidade no transporte público da Capital. O valor de todas as passagens é divido entre o usuário pagante. A ideia principal do projeto é que a prefeitura comece a assumir o valor das gratuidades a partir do ano que vem.

O presidente da Casa de Leis, vereador Mario Cesar (PMDB), disse que o processo de redução será gradativo e utilizará o valor atual, R$ 2,70, já na base do que vem. “Se o fundo for criado pela prefeitura, a tarifa poderá baixar para R$ 2,47”, afirmou.

A presidente da Comissão Permanente de Orçamento e Finanças da Casa, vereadora Grazielle Machado (PR), defende de que o poder público tem que arcar com as despesas da gratuidade e não o usuário comum, como sempre aconteceu.

Para a vereadora, essa é a chance de o prefeito Alcides Bernal (PP) tornar o transporte público o carro chefe de sua administração. “A urgência da tramitação é para que já em 2014 as pessoas sejam beneficiadas”, ponderou.

Ela ainda lembrou que o Executivo precisa enviar o projeto da manutenção da isenção do ISSQN (Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza) para que tarifa atual de R$ 2,70 seja mantida até o ano que vem.

“Com o fundo, teria uma redução de 20,7% no ajuste tarifário em 2014. A ideia é que o percentual da gratuidade seja integralizado pelo poder público até 2017”, contou.

Já Mario Cesar destacou que o projeto foi votado em regime de urgência para que a proposta esteja no PPA (Plano Plurianual) e que o Fundo Municipal de Transporte “é uma criação das ruas e de audiências públicas”.

O líder do prefeito na Câmara, Alex do PT, foi além e cobrou do Governo do Estado a mesma ação com a isenção de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços) para o transporte coletivo urbano. “Com isso a passagem poderia chegar a R$ 1,70”, ressaltou o petista.

Com a autorização do Legislativo, a prefeitura ganha o aval para implementar o Fundo Municipal.




Acho que a passagem dos ônibus urbano em Campo Grande pode baratear mais...é só cortar a gratuidade para os estudantes cujos pais podem arcar com o custo da passagem para os filhos. SÓ ISSO daria um impacto positivo no preço das passagens.
 
Eugênio de Souza em 28/11/2013 07:56:28
Engraçado o tanto de adolescentes que tem escola no bairro e preferem estudar no centro ou mais longe só pra andar de ônibus e ficarem aglomerados nos terminais fazendo oque eu não sei, acho que tinham que ver isso ai tb...
 
Douglas Cavalcante em 27/11/2013 23:21:04
Só por curiosidade...o dinheiro desse fundo viria de onde? A prefeitura vai arcar com essa despesa do nada? sozinha? É claro que isso vai vir embutido no iptu e em outros tantos impostos....ou seja, é o cidadão que vai pagar do mesmo jeito.
 
Karla Lacerda Gomes em 27/11/2013 17:17:10
Barato??? Barato onde Sr. Paulo Roberto? Pelo serviço que é prestado a população está é muito caro, e se comparado com o salário mínimo, o prejuízo é maior ainda!!! O cidadão anda num carro velho, sem ventilação artificial, numa cidade onde o calor é absurdo, carros com a suspensão quase no osso... acha isso barato para o trabalhador??? Da mesma forma, está de acordo com o fato do cidadão ficar desesperado para comprar um carrinho e parar de andar no transporte coletivo da nossa cidade??? Não é questão de preço, mas de qualidade do serviço, de qualidade de vida para o cidadão que arca com impostos altíssimos.
 
Mauricio Demarchi em 27/11/2013 17:09:34
É interessante o que os vereadores fizeram nesse caso. Agora eu pergunto: Se fosse um prefeito do PMDB teriam os nobres vereadores agido assim?
Uma vez que políticas para arrecadar foram prioritárias nos governos do PMDB, desde a época do Juvêncio Cesar; inclusive essa multinacional que cuida dos estacionamento público nas ruas de Campo Gradne.
É lastimável que uma fonte de remda tão - FANTÁSTICA - esteje nas mãos de uma multinacional; poderia estar nas mãos de um possívle consórcio entre as entidades sociais de Campo Gradne como: Asilo São João Bosco, Santa Casa, AACC, etc...
Tá na hora de promovermos mudanças más, verdadeiras mudanças e não essas poltigagem absurda que vivemos nos dias de hoje.
 
Elias Barbosa em 27/11/2013 14:59:35
Tá ficando barato andar no coletivo , cada dia mais barato , quem sabe vai acabar ficando de graça . Que bom , antigamente não era assim .
 
Paulo Roberto em 27/11/2013 13:33:47
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