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Campo Grande, Segunda-feira, 21 de Agosto de 2017

16/08/2015 15:05

Com forte calor, cerca de 1.500 pessoas participam de protesto no Centro

Paulo Yafusso e Antonio Marques
Para se proteger do calor, manifestantes procuram as sombras das árvores (Foto: Fernando Antunes)Para se proteger do calor, manifestantes procuram as sombras das árvores (Foto: Fernando Antunes)

Sob o forte calor, com os termômetros marcando 31 graus, cerca de 1.500 pessoas, segundo a Polícia Militar, começam a se aglomerar na Praça do Rádio Clube, no Centro de Campo Grande, para participar da manifestação contra a corrupção e pela saída de Dilma Roussef da presidência da República. Segundo os organizadores, a expectativa é reunir 20 mil manifestantes. A PM mantém várias equipes na região central para evitar tumultos.

Entre os que já chegaram estão pessoas de outros estados e de bairros da periferia da Capital. A atriz Regina Célia Martins, que tem o nome artístico de Regina Guerra, mora no Recreio dos Bandeirantes (RJ) e aproveitou que veio visitar a irmã que mora na Coopharádio, para ir à Praça. Com uma corda no pescoço para mostrar a sua indignação, a atriz diz que o povo campo-grandense “é muito parado”, por isso o número de participantes por volta das 14h ainda fosse pequeno.

Morador no Jardim Colúmbia, saída para Cuiabá, O topógrafo Claudinei Osório, de 27 anos, levou a mulher, filho e cunhada para a Praça. Ele se diz anti-PT e anti-Dilma, mas afirma que é preciso também protestar contra a corrupção no Estado e em Campo Grande. Os servidores públicos municipais Francisco Prado, de 46 anos, e Joscelino Maropo, de 48, também cobram que a manifestação não se limite a situação nacional.

“Não dá para fechar os olhos para a corrupção no Estado e na Capital”, afirma Francisco Prado. Joscelino afirma que a legislação brasileira favorece a corrupção. “Os políticos fazem as leis só para beneficiá-los”, critica. Já o mecânico de motos Paulo Santana, 20 anos, mora no bairro Nova Bandeirantes e foi à Praça do Rádio para protestar e também ganhar uma renda extra. Também reclama que não percebeu manifestações contra os envolvidos na Operação Lama Asfáltica e nem da situação na Prefeitura da Capital. Ao mesmo tempo que acompanha a manifestação, ele vende gorros, camisetas e bandeiras, a preços que variam de R$ 5,00 a R$ 25,00.

O protesto em Campo Grande é organizado pelos grupos Avança Brasil, Maçons BR e Movimento Popular Pátria Libre.




Com referência aos paneleiros, podemos dizer que a montanha pariu um rato.
Quanto a "atriz" citada na matéria, avisem ela pra não esquecer de usar protetor solar.
Desta vez os organizadores paneleiros se precaveram. Para evitar um vexame, não vão sair em caminhada.
 
Critico em 16/08/2015 15:33:41
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