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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

20/01/2015 13:00

Com prazo de 12 dias, consenso na Assembleia ainda não foi selado

Kleber Clajus
Mochi continua como mais cotado para assumir presidência da Assembleia (Foto: Giuliano Lopes / ALMS / Arquivo)Mochi continua como mais cotado para assumir presidência da Assembleia (Foto: Giuliano Lopes / ALMS / Arquivo)

Ainda aguardando consenso, os deputados estaduais Junior Mochi (PMDB) e Zé Teixeira (DEM) fecham alianças para conquistar o cargo de presidente da Assembleia Legislativa. Com doze dias para apresentar nova composição da mesa diretora, durante posse dos eleitos em 1º de fevereiro, ambos os parlamentares costuram acordo para chapa única e assim evitar disputa que não ocorre há 20 anos.

Junior Mochi pontua que até o final de semana nova reunião pode ocorrer com o governador Reinaldo Azambuja (PSDB). O tucano é defensor do consenso entre os parlamentares e, inclusive, conseguiu emplacar acordo semelhante com a eleição do prefeito de Nova Alvorada do Sul, Juvenal Neto (PSDB), na presidência da Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul).

“É um trabalho de articulação e temos conversado com grupos isoladamente, mas a chapa deve ser de consenso com todos os partidos. Não temos veto a ninguém porque é órgão independente. Na Assomasul os prefeitos tiveram decisão de maturidade, porque administração não é só presidente”, avaliou Azambuja, durante evento hoje (20) na governadoria.

Zé Teixeira, por sua vez, admite abrir mão da presidência, caso seja mantido como primeiro secretário da Casa de Leis. O democrata diz que “se exercer cargo por consenso vou ser feliz”, porém não entrega o jogo e permanece negociando alianças em torno de seu nome.

O líder da bancada do PT, Amarildo Cruz, esclarece que a tendência da nova composição deve trazer mesmo Junior Mochi como presidente e Zé Teixeira na primeira secretaria. Seu partido pleiteava o cargo no qual o democrata pode ser confirmado, mas se forem alteradas atribuições das secretarias se contenta com a segunda secretaria. “É preciso distribuir poder na gestão da assembleia”, comenta.

Com apoio de dez dos vinte e quatro deputados estaduais, Mochi desponta como favorito nas negociações para assumir a presidência da Assembleia. Contudo, também devem ser consideradas a postulação de Onevan de Matos (PSDB) e Mara Caseiro (PT do B) a vaga.



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