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Campo Grande, Domingo, 19 de Agosto de 2018

09/08/2018 12:58

Deputados ainda não sabem quanto vão receber de fundo partidário

Divisão do fundo será feita aos partidos para repassarem a seus candidatos nesta eleição

Leonardo Rocha
Deputados José Carlos Barbosa (DEM) e Enelvo Felini (PSDB) durante sessão (Foto: Victor Chileno/ALMS)Deputados José Carlos Barbosa (DEM) e Enelvo Felini (PSDB) durante sessão (Foto: Victor Chileno/ALMS)

Os deputados estaduais que vão buscar a reeleição ainda não sabem como vai ser a divisão e quanto vão receber do fundo partidário, para eleição deste ano. Estas contas devem ser feitas pelos partidos logo depois do registro oficial das candidaturas. A destinação dos R$ 1,72 bilhão atende a representação que cada legenda tem no Congresso.

“A informação é que os partidos vão organizar, mais vão ficar concentrados para aqueles com mandatos federais, não sei ainda como vai ocorrer a divisão aqui no Estado, estou aguardando a definição. Digo que por enquanto é igual caviar, só ouço falar”, pontuou o deputado José Carlos Barbosa (DEM).

Mesma posição de Rinaldo Modesto, vice-presidente estadual do PSDB. “Até agora não tivemos a informação de como vai funcionar. Espero que fique claro depois do registro (candidatura), mas não acredito que vá contribuir muito na minha campanha. A questão também confunde o eleitor”, disse o tucano.

Já Cabo Almi (PT) espera ser convocado em breve pelo partido, para saber como vai funcionar e qual será a divisão. “Vamos discutir depois os critérios para esta partilha, se quem tem mandato terá prioridade. Estou ansioso para saber os detalhes e se vai ajudar na minha campanha”, alegou petista.

Enelvo Felini (PSDB) entende que deve receber uma contribuição do partido, em relação ao fundo. “Deve ter um repasse para nossa campanha, mas não sei ainda o valor e nem em que data vai chegar. Já estou me organizando para usar recurso próprio e doação de amigos”, adiantou o tucano sobre os gastos de campanha.

Fundo – De acordo com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o fundo eleitoral com R$ 1,72 bilhão serão repartidos entre os partidos seguindo alguns critérios como: 2% divididos de forma igualitária, 35% para as legendas que tem representante na Câmara (Deputados), 48% em relação a proporção na (Câmara) e 15% dividido pelo número (representantes) no Senado.

Em tabela divulgada pela Justiça Eleitoral, o MDB é o partido que vai liderar este repasse, ficando com 13,64% deste montante, seguido pelo PT com 12,36%. Depois aparece o PSDB com 10,83%, a frente do PP que tem 7,63%, e o PSB que completa a lista das cinco primeiras (legendas) com 6,92%.



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