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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

02/10/2016 12:13

Em 4 horas, TRE registra prisão de quatro candidatos e falha em 62 urnas

Até o meio-dia, maioria dos candidatos a prefeito da Capital também já tinha votado; votação vai até às 17h

Mayara Bueno e Richelieu de Carlo
Movimento em seção eleitoral em escola no Centro de Campo Grande, nesta manhã (Foto: Marcos Ermínio)Movimento em seção eleitoral em escola no Centro de Campo Grande, nesta manhã (Foto: Marcos Ermínio)

Em quatro horas de votação, 10 candidatos a prefeito de Campo Grande votaram, quatro postulantes ao cargo de vereador foram presos em cidades do interior de Mato Grosso do Sul e houve registro de 62 problemas em urnas eletrônicas. A votação começou às 8 horas e termina às 17 horas.

Dos candidatos a prefeito, já votaram Marquinhos Trad (PSD), Rose Modesto (PSDB), Alcides Bernal (PP), Athayde Nery (PPS), Alex do PT, Marcelo Bluma (PV), Lauro Davi (PROS), Suel Ferranti (PSTU), Elizeu Amarilha (PSDC) e Coronel David (PSC). Não atenderam às ligações os candidatos: José Flávio Arce (PCO); Rosana Santos (PSOL), Pedro Pedrossian Filho (PMB) e Adalton Garcia (PRTB).

Aroldo Figueiró (PTN) deve votar às 14h25, conforme tinha adiantado sua assessoria de comunicação.

Desde as 8 horas, 62 urnas eletrônicas distribuídas em Mato Grosso do Sul apresentaram problemas. A maioria das falhas foi na bobina, ajuste na data e troca de tomada. Do total, 24 urnas precisaram ser substituídas, sendo seis em Campo Grande.

Até agora, quatro candidatos a vereador de cidades do interior de MS foram presos. O primeiro caso registrado foi em Coxim, onde Sinval Batista (PSDB) foi flagrado fazendo boca de urna e arregimentação, que reunir um grupo de pessoas para levar para votar.

Outros três postulantes ao cargo de vereador foram presos em Itaporã e Guia Lopes da Laguna, segundo dados da Justiça Eleitoral. São os candidatos pelo PDT, Marcelo Rosales, e José Antônio da Silva, do PMDB. O caso mais recente é de Lauremir Cantor, candidato do PSC, preso por boca de urna em frente a um supermercado.

Também chegou à Justiça Eleitoral que, em Campo Grande, por volta das 10 horas, a parede de uma escola foi pichada com o número de uma coligação – não foi informado qual seria o partido ou a escola. No local, a situação provocou um princípio de confusão.

O fiscal de um partido solicitou que o escrito fosse apagado da parece, quando começou a confusão com o presidente da seção. Um juiz eleitoral precisou ir até o local, mandou o fiscal se retirar, permitindo seu retorno só após o término da eleição. 

Confira, abaixo, alguns dos registros fotográficos da manhã de votação neste 2 de outubro.




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