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Campo Grande, Sexta-feira, 18 de Agosto de 2017

12/08/2014 14:11

Fábio Trad cobra empenho do Estado e da União para melhorar saúde no MS

Ludyney Moura
Fábio defende a construção de hospitais da criança em municípios do interior (Foto: Divulgação)Fábio defende a construção de hospitais da criança em municípios do interior (Foto: Divulgação)

A superlotação dos hospitais da Capital, especialmente a Santa Casa de Campo Grande, e os leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) em menor quantidade que a necessidade da população, foram temas lembrados pelo deputado federal Fábio Trad (PMDB), nesta terça-feira (12). O parlamentar acredita que o Estado precisa fazer muito mais pela saúde.

“O atual governo fez muito. Mas é preciso fazer mais. Mato Grosso do Sul precisa criar uma rede de saúde pública digna deste nome, com hospitais e centros de saúde eficientes, presentes em todos os municípios”, apontou o deputado, cobrando mais dignidade no atendimento ao cidadão.

Fábio lembra dos municípios onde não há atendimento de média e alta complexidade, e o paciente acaba dependendo exclusivamente de uma ambulância, geralmente serviço precário oferecido pela Prefeitura local, para conseguir chegar aos hospitais de Campo Grande, que superlotam em virtude do acúmulo de pacientes de inúmeras cidades mais da Capital, e até de outros Estados da Federação.

“Quem está doente precisa de tratamento eficaz e humano, não interessa de onde seja. E quem busca ou é levado para a Santa Casa tem de ser acolhido e bem tratado. E isso tem sido feito, apesar da falta da eterna falta de recursos. Que é compensada pela competência e dedicação de um corpo clínico – médicos, paramédicos, pessoal técnico e administrativo etc”, pondera Trad.

Na avaliação do peemedebista, apesar dos investimentos feitos em saúde pública na maior cidade do Estado, o interior continua com uma estrutura deficitária e carente. “Parte o coração saber que, com frequência, uma ambulância ou mesmo uma vã lotada de doentes se envolve em desastre nas nossas estradas”, afirma o deputado. “A trágica ‘procissão’ dos renais crônicos, por exemplo, que são obrigados a viajar às vezes centenas de quilômetros, duas ou três vezes por semana, para se submeter a hemodiálise na Capital, é uma dolorosa vergonha para todos nós”, emenda.

Por fim, o deputado lembrou do caso em que a nioaquense Ingrid Borges da Silva, de 21 anos, perdeu os dois filhos recém-nascidos, há pouco mais de um ano, pois não encontrou vagas de UTI Neonatal nos hospitais do Estado. Fábio prevê a necessidade de se organizar consórcios municipais, com a participação do Estado e da União, para construção de unidades hospitalares regionais especializadas no atendimento pediátrico, em diversas cidades do interior.




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