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Campo Grande, Sábado, 19 de Agosto de 2017

12/12/2014 12:58

Falta de sintonia sobre Ceinfs pode provocar mudança na Semed

Kleber Clajus
Olarte desmentiu secretária sobre mudanças em Ceinf, o que gerou especulações sobre troca na secretaria (Foto: Marcelo Calazans)Olarte desmentiu secretária sobre mudanças em Ceinf, o que gerou especulações sobre troca na secretaria (Foto: Marcelo Calazans)

Após declarações contraditórias entre o prefeito Gilmar Olarte (PP) e Ângela Brito, titular da Semed (Secretaria Municipal de Educação), há quem cogite mudanças administrativas na Prefeitura de Campo Grande. O estopim da falta de sintonia ocorreu por declarações públicas de redução do horário de atendimento dos Ceinfs (Centros de Educação Infantil), medida revertida e negada pelo progressista.

Carlos Augusto Borges, o Carlão (PSB), avalia que o desgaste criado pode ser um indicativo de reformulação de secretários, mas “isso não é o meio certo”.

Possível renúncia ou troca de Ângela Brito não se confirma, conforme o secretário de Governo e Relações Institucionais, Rodrigo Pimentel. “Isso é especulação por conta da entrevista que deu e foi mal interpretada. Não tem nenhuma conversa nesse sentido, nem dela e do prefeito”, resume.

Nesse sentido, João Rocha (PSDB) admite que em política tudo se torna possível, porém desconhece qualquer possibilidade de mudança no comando da Semed. Ele ainda pontua que a atitude de suspender a redução do horário de atendimento foi “nobre para reavaliar a situação”.

O Campo Grande News entrou em contato com a secretária, mas assessores alegaram que ela estaria em reunião. Mensagem de texto enviada, em seguida, confirmou apenas que ela deve se pronunciar “em breve”.

Volta atrás – Contradições entre Olarte e Ângela ocorreram após anúncio, na quarta-feira (10), de redução de sete para cinco horas o atendimento as crianças de 4 e 5 anos em Ceinfs da Capital. A medida tinha por objetivo criar novas vagas diante da demanda de 6.648 matrículas.

Olarte chegou a confirmar que a medida era temporária e afetaria apenas 1,1 mil crianças. Ele ainda condicionou a continuidade da decisão, aplicada em 58 de 95 unidades, ao término da construção de 15 novos centros de educação.

Contudo, após a revolta de pais e repercussão negativa o prefeito voltou atrás e negou que tenha anunciado a mudança. Ontem (12), o progressista ainda fez questão de desmentir a secretária: “Não vai ter meio período coisa nenhuma. Eu sou o prefeito e estou dizendo”. Junto com isso, veio o anúncio de ampliação em uma hora do atendimento as crianças e remanejamento de servidores para cumprir a meta.




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