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Política

Governo detalha projetos de R$ 1,2 bilhão para reajuste dos servidores

Secretária e consultora legislativa foram à Assembleia tirar dúvidas dos deputados na véspera da votação

Por Adriel Mattos | 17/11/2021 17:38
Secretária foi à Assembleia para “esmiuçar esses 15 projetos aos deputados”. (Foto: Paulo Francis)
Secretária foi à Assembleia para “esmiuçar esses 15 projetos aos deputados”. (Foto: Paulo Francis)

Membros do governo de Mato Grosso do Sul foram à Assembleia Legislativa na tarde desta quarta-feira (17) detalhar os 15 projetos de reajuste e reestruturação das carreiras dos servidores estaduais, entregues pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB) nesta semana. A reunião foi na sala da presidência da Casa de Leis.

A secretária de estado de Administração e Desburocratização, Ana Carolina Nardes, e a chefe da Consultoria Legislativa do Estado, Ana Carolina Ali Garcia, apresentaram ponto a ponto das propostas e tiraram dúvidas dos deputados e assessores parlamentares.

“A gestão de pessoas envolve tabelas e é algo extenso e complexo. Esmiuçamos esses 15 projetos para facilitar aos deputados o entendimento do texto”, frisou a secretária.

Presidente da Assembleia, o deputado estadual Paulo Corrêa (PSDB) destacou a importância da ação. “Esse realinhamento [das carreiras] era necessário. O aumento só é possível porque o Estado não vai ultrapassar o limite prudencial [de gastos com pessoal]. Teremos um impacto de R$ 1,235 bilhão, absorvido pela arrecadação do governo”, pontuou.

Questionado sobre a tramitação das matérias, prevista para 15 dias, Corrêa disse que o prazo pode ser revisto. “Temos um calendário que será obedecido. Se houver necessidade, faremos a dilação do prazo”, explicou.

Pacote – Na terça-feira (17), Reinaldo entregou o pacote de projetos de reajuste e reestruturação das carreiras. Foi anunciado o reajuste salarial de 10% aos servidores e a incorporação de abono.

Os planos de cargos e carreiras de categorias como de servidores das polícias Militar e Civil, administrativos da Educação, da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) e CGE (Controladoria-Geral do Estado).

“Não vamos fazer exceções e descumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal. Estamos enquadrados hoje e foram seis anos para sair do limite prudencial. Não termina aqui nossa conversa com as categorias. É algo permanente e algumas seguimos negociando os valores ainda”, disse o governador na ocasião.

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