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Campo Grande, Quarta-feira, 23 de Agosto de 2017

23/01/2017 14:05

Já tem data um 'intensivão' de cinco dias para 18 novos vereadores

Alberto Dias
Já tem data um 'intensivão' de cinco dias para 18 novos vereadores

A primeira sessão ordinária deste ano na Câmara Municipal acontece apenas em 15 de fevereiro, porém, nas duas semanas que antecedem a abertura do trabalho os 18 vereadores novatos receberão aulas sobre como legislar. Durante cinco dias, o corpo técnico da casa de leis discorrerá sobre variados assuntos. Ali vão aprender como tudo funciona e detalhes do regimento interno.

O curso começa na primeira semana de fevereiro, nos dias 1, 2, 3 e seguem na segunda semana, nos dias 8 e 9, com carga horária ainda em definição, conforme a assessoria da Casa. Entre os assuntos já pautados estão: técnica e processo legislativo, orçamento público, sistema e gestão interna, corpo técnico da casa, assessoria de imprensa e cerimonial, entre outros temas.

As convocações já foram expedidas, e estendem-se também aos assessores dos parlamentares e, também, aos 11 vereadores veteranos, ou seja, aqueles reeleitos, que já estavam na casa na Legislatura anterior (2013-2016). Em janeiro os trabalhos acontecem internamentos, praticamente todos os gabintes já foram ocupados e cinco comissões especiais fazem reuniões.


Para a legislatura que inicia, uma coincidência interessante marca novos tempos. Entre os 29 vereadores que compõem a Câmara Municipal de Campo Grande, 18 são novatos e apenas 11 foram reeleitos. Há quatro anos, na legislatura imediatamente anterior, a situação era exatamente inversa: 18 vereadores seguiam reeleitos, enquanto apenas 11 eram novos.

Para o vereador João Rocha (PSDB), reconduzido em 1o de janeiro à presidencia da Casa, o fato denota um fenômeno nacional que pontua o amadurecimento da democracia e maior participação popular na política. "Os novos chegam com muita vontade de fazer e foram escolhidos legitimamente pela população". Para o tucano, o fato de a maioria dos parlamentares serem novatos nessa legistatura, não deve prejudicar o andamento dos trabalhos. "Também caberá aos parlamentares mais experientes acolher e orientar quem chega", complementou.

"Todos precisam estar antenados com o contexto atual, a realidade econômica pela qual passa o país, o estado e o município. Ou seja, a situação que vive a população, porque somos os representantes de todos os cidadãos", ponderou Rocha, frisando a função fiscalizadora do poder Legislativo.




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