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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

25/04/2014 12:35

Olarte diz que prejuízos da gestão passada serão corrigidos no ano que vem

Leonardo Rocha e Luciana Brazil
Olarte pede mudança de foco e diz que precisa fazer malabarismo para governar (Foto: Marcelo Victor)Olarte pede mudança de foco e diz que precisa fazer "malabarismo" para governar (Foto: Marcelo Victor)

O prefeito Gilmar Olarte (PP) afirmou hoje (25), em agenda pública, que o reflexo dos prejuízos da gestão passada só poderá ser corrigido no final do ano que vem, e que a nova administração está tendo que fazer “malabarismo” para conseguir “tocar” a cidade após equívocos.

“Continuo no meu foco que é trabalhar por Campo Grande, cumprindo a minha obrigação, temos que trabalhar de forma mais construtiva, com ideias proativas, pensando no futuro, a quem interessa ficar falando do passado?”, apontou ele.

O prefeito que participou da inauguração da nova sede do Conselho de Economia, apontou que é preciso “mudar o foco” das discussões da cidade, sem continuar este debate sobre “golpe” político.

“A Câmara foi cobrada duramente para que cumprisse seu papel de fiscalizadora, aí, o Impeachment foi feito. Aí, vem alguém e levanta uma questão que não procede. Estou muito tranqüilo, são picuinhas que atrapalham a cidade, precisamos mudar o foco”.

Ele ainda ponderou que os campo-grandenses precisam mudar de fase e que sua gestão está correndo atrás de projetos e parcerias que possam gerar qualificação profissional.

“Ontem tivemos uma reunião excelente na Fiems (Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul), pedi que eles me ajudem nas salas de aula para os ceinfs, para as escolas, e vamos construir isso junto com a Fiems, o caixa (prefeitura) está lá embaixo”.

Investigação – Sobre o possível depoimento do prefeito para o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), ele não quis comentar sobre o caso, apenas ressaltou já explicou a sua situação para imprensa.

Olarte declarou ontem (24) que não tem problemas em depor na investigação e que não há “nada de errado” com ele ou sua gestão, tanto que não existe a menor possibilidade de “risco” ao seu mandato. “Vou contribuir no que for preciso, não há nada a temer”.



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