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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

29/07/2011 12:23

Pai de vereador morto encontra prefeitura de Alcinópolis com contas atrasadas

Fabiano Arruda
Alcino Carneiro assumiu administração do município na segunda-feira. (Foto: João Garrigó)Alcino Carneiro assumiu administração do município na segunda-feira. (Foto: João Garrigó)

Empossado na segunda-feira, o prefeito interino de Alcinópolis, Alcino Carneiro (PDT), pai de Carlos Antônio Carneiro, vereador assassinado em outubro do ano passado em Campo Grande, diz que a maior dificuldade encontrada até agora no Executivo Municipal está em contas atrasadas.

“Estão nos cobrando conta que está desde o ano passado sem pagar. O que for devido vamos ver se conseguimos quitar. Agora se tiver coisa desonesta a Justiça vai dizer se pagamos ou não”, explica o pedetista.

Segundo Alcino, o principal desafio é pagar a folha do funcionalismo público até segunda-feira. Outra dificuldade, afirma Carneiro, é que as contas da prefeitura estão bloqueadas por conta da prisão do prefeito Manoel Nunes da Silva (PR).

“Nós vamos aos bancos levar a ata de posse para provar que sou prefeito e o dinheiro ser desbloqueado aos poucos para pagarmos os servidores”, comenta o prefeito interino.

Na segunda-feira, quando tomou posse, Alcino modificou todo o primeiro escalão da prefeitura.

Sob argumento de que não quer misturar sua administração com a anterior, deu posse a Altamiro França (Secretaria de Obras), Célia Regina (Saúde), Jesus Aparecido de Lima (Educação), Lucimar de Souza Rocha (Planejamento), Elisberto Martins (Desenvolvimento) e Cilene de Assis (Promoção).

Prisões - Devido à polêmica, Alcino está sob proteção policial, pois teria sofrido ameaças após a prisão do prefeito, de três vereadores e um comerciante, pela ligação com o assassinato de seu filho.

Há uma semana, o então prefeito de Alcinópolis, Manoel Nunes da Silva (PR), o presidente da Câmara, Valter Roniz (PR) e os vereadores Enio Queiroz (PR) e Valdeci Lima (PSDB), foram presos pela suspeita de envolvimento na execução de Carlos Antônio Carneiro, então presidente da Câmara. As prisões são válidas por 30 dias.



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