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Campo Grande, Quinta-feira, 17 de Agosto de 2017

30/06/2015 10:43

Para Azambuja, solução de conflitos indígenas dependem só da União

Liana Feitosa e Leonardo Rocha
Reinaldo Azambuja classifica conflitos como invasões e acredita que ações desrespeitam as leis. (Foto: Marcos Ermínio)Reinaldo Azambuja classifica conflitos como invasões e acredita que ações desrespeitam as leis. (Foto: Marcos Ermínio)

O governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), afirmou na manhã desta terça-feira (30) que espera ação efetiva do Governo Federal em relação aos conflitos indígenas recentemente registrados em propriedades rurais do Estado.

"Estamos em contato com o ministro (da Justiça) José Eduardo Cardozo com o objetivo de pacificar o campo. Muitas ações dependem exclusivamente do Governo Federal", classificou o governador.

Seis meses depois - Em janeiro deste ano, o governador se reuniu, em Brasília, com o ministro da Justiça para tratar da compra da Fazenda Buriti, no município de Sidrolândia, a 70 quilômetros de Campo Grande.

Na época, o ministro afirmou que o processo de aquisição da fazenda estava em fase final. "Será um marco nacional na resolução de conflitos envolvendo a disputa de terras por indígenas e produtores rurais", afirmou Cardozo na época.

No entanto, hoje Azambuja afirmou que a questão ainda não foi resolvida. "Desde janeiro nós aguardamos uma ação efetiva em relação à compra das terras da região do Buriti, que até onde não foi concretizada", definiu o governador.

"O que posso dizer é que estamos em um Estado democrático de direito, e que isso vale para todos, ou seja, deve-se cumprir as leis", classificou Azambuja.

Diálogo - "Essa história de invasão desrespeita as leis. O Estado aceita dialogar, mas exige que se coloque em prática o Estado democrático de direito", afirmou.

Nesta segunda-feira (29), representantes do poder público, do governo de Mato Grosso do Sul, de prefeituras da região sul do Estado e proprietários rurais se reuniram na Assomasul (Associação dos Municípios do Mato Grosso do Sul) para tentar encontrar soluções, ou pelo menos alternativas, para lidar com o problema dos conflitos indígenas nas cidades do interior sul de MS.

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