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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

16/10/2012 11:39

PMDB diz que esperava aliança com PSDB até último momento

Fabiano Arruda
Deputado Junior Mochi admitiu que aliança do PSDB com o PMDB no segundo turno era difícil. (Foto: Divulgação/arquivo)Deputado Junior Mochi admitiu que aliança do PSDB com o PMDB no segundo turno era difícil. (Foto: Divulgação/arquivo)

Deputados do PMDB admitiram nesta terça-feira que a decisão de Reinaldo Azambuja (PSDB) em apoiar o candidato do PP à Prefeitura de Campo Grande, Alcides Bernal, foi um baque para o partido, que tinha esperanças numa união com os tucanos no segundo turno da disputa.

O deputado Junior Mochi (PMDB), líder do Governo na Casa, comentou que “ninguém esperava que o PSDB fosse com o Bernal”.

“Nossa expectativa é que o Reinaldo viesse, mas, pelo desenhar da eleição, sabíamos que era difícil que ele apoiasse o Giroto”, analisou, destacando que o partido está empenhado em reverter à desvantagem de votos para tentar vencer a eleição. “Não sabemos se é possível reverter”, contrapôs.

“É claro que queríamos o PSDB conosco. De certo, abriram muito espaço para eles”, criticou o deputado Eduardo Rocha, líder do PMDB na Assembleia, insinuando a articulação entre PSDB e PP para acomodação de cargos na Prefeitura, caso Bernal seja eleito.

Apesar da crítica, Rocha garantiu que os líderes da legenda estão dedicados na campanha de Edson Giroto e que eleição “só se vence no dia da votação, após a proclamação do juiz”.

Do lado do PSDB, Rinaldo Modesto justificou a união baseada na população. Segundo ele, os eleitores clamam por coerência na política.

Para Márcio Monteiro, a aliança entre PMDB e PSDB em Campo Grande está rompida. O deputado explica que a adesão à candidatura do progressista ocorreu porque ele aceitou as propostas pregadas pela campanha tucana no primeiro turno.

“Se ele não aceitasse (propostas), ficaríamos neutros. A partir do momento que ele (Bernal) propôs incluir as ações do PSDB, tornou-se viável (acordo)”, pontuou.

O peesedebista também assegurou que cargos na administração de Bernal, caso seja eleito, não estão sendo discutidos. Agora, o apoio é programático, completou, ressalvando que seu partido tem nomes prontos para assumir qualquer secretaria.

O PT também assegurou que o apoio a Bernal não está condicionado à acomodação na Prefeitura. Para o deputado Pedro Kemp, o mais interessante para os petistas é a “mudança política” na administração da Capital.

Ele ainda considerou que a ocupação de cargos deve partir do próprio Bernal, caso eleito, mas frisou que o PT também possui nomes preparados para ocupar pastas no Executivo.

Presente na sessão desta terça na Assembleia, o candidato Alcides Bernal falou do momento da eleição. Considerou “especial” o fato de ter atraído PT, PSDB e PV na reta decisiva da disputa e que os partidos contribuem de forma programática com sua campanha. “Nossa maior aliança é com a população”, pregou.

Sobre acomodação política, em evidência nessa altura do campeonato, assegurou que sua gestão, caso eleito, será pautada pela nomeação de técnicos nas secretarias.



PT e PSDB enfim juntos, quem diria, heim? Para chegarem ao poder se unem ao PP de Bernal. É o fim do PSDB, se perderem a Prefeitura de S.Paulo, como está previsto.
 
Arlindo Klein em 17/10/2012 09:53:38
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