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Campo Grande, Quarta-feira, 16 de Agosto de 2017

12/04/2014 08:19

Prefeito nega relação com "fatos" e diz que Ronan foi expulso de sua igreja

Josemil Arruda
Olarte chama Ronan de ex-assessor de Bernal, mas admite que ele integrou sua igreja (Foto: Cleber Gellio)Olarte chama Ronan de "ex-assessor de Bernal", mas admite que ele integrou sua igreja (Foto: Cleber Gellio)

O prefeito Gilmar Olarte (PP) divulgou nota de esclarecimento hoje nos jornais em que garante não ter “nenhuma participação nos fatos” que estão sendo investigados pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado). Na manhã de ontem, o promotor Marcos Alex Vera de Oliveira esteve na residência de Olarte para notificá-lo a prestar esclarecimentos sobre irregularidades praticadas por um ex-assessor do ex-prefeito Alcides Bernal (PP).

Sob alegação de que a investigação do Gaeco “está sob sigilo por determinação judicial”, Olarte apenas nega qualquer relação com Ronan Feitosa, ex-assessor de Bernal que cumpre prisão temporária na capital paulista. No entanto, ele não cita o nome do ex-aliado.

Ronan vem sendo citado em vídeos que demonstrariam a armação de um esquema para a cassação do mandato de Bernal, que perdeu o cargo em 12 de março por decisão da Câmara da Capital.

Na nota, o prefeito informa que Ronan foi expulso de sua congregação religiosa no final do ano passado. “Esse ex-assessor, por decisão do Ministério Assembleia de Deus Nova Aliança, do qual o prefeito é presidente de honra, em dezembro do ano passado, foi excluído por sua conduta incompatível com os padrões e princípios éticos da instituição”.

Apesar de Olarte alegar não ter relação com Ronan, assessores do ex-prefeito Alcides Bernal garantem que ele só contratou Ronan Feitosa a pedido do atual prefeito, que na época era vice-prefeito e tinha uma cota de funcionários à sua disposição. “Tanto Ronan, quanto o Josias e o Caco Brito são assessores do Gilmar”, afirmou Ana Rita ontem à noite.

Quanto aos dois guardas municipais presos ontem por porte ilegal de arma de fogo em sua residência e depois liberados após pagar fianças de um salário mínimo, cada um, Gilmar Olarte informou que “foi aberto procedimento administrativo para apurar a conduta dos guardas e adotar as providências 




Que situação que a nossa cidade se encontra,com esse escandalo politico quem sofre e a população.E ele aceitar o rejuste absurdo dos vereadores,so quero ver o reajuste que ele vai dar para os funcionarios concursados.
 
JOAO BATISTA DOS SANTOS FILHO em 16/04/2014 15:11:34
Incrível como o nosso PREFEITO nunca sabe de nada , a começar que demorou um ano para se voltar contra o que dizia ser errado com o ex prefeito ,para que esperar um ano se ele é tão certo assim. Agora diz não conhecer e não saber de nada. Cuidado do mesmo jeito que subiu pode cair também.
 
Valquiria Santos em 12/04/2014 16:08:58
Campo Grande continua estacionada: buracos, trânsito descontrolado, postos sem médicos, transporte coletivo um lixo. E a culpa é de quem? É do próprio povo que elegeu dois pacotes de farinha do mesmo saco. Tanto é assim que ambos não saem das páginas policiais. Creio até, que já podemos até pensar em uma INTERVENÇÃO NA PREFEITURA. Quem se habilita a propor essa ação? A cidade não pode ficar parada. Chega, já estamos cansados de tanto marketing!
 
Hugo Alves em 12/04/2014 09:20:06
Xiiiii!!! Já azedou o doce do novo prefeito. E ele ainda chegou a pensar que o grupo que tirou Bernal do poder era seu amigo. "Tadinho"... tão inocente!!
Tadinhos mesmo somos nós, de Campo Grande, que é quem pagamos o pato no final. $$$
 
Guaraci Mendes em 12/04/2014 08:55:48
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