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Campo Grande, Domingo, 24 de Setembro de 2017

15/08/2017 11:38

Prefeitura diz que vai renegociar metade das dívidas até fim do ano

Serviços como de publicidade, empreiteiras, entre outros, ainda não receberam do município

Mayara Bueno
Secretário de Finanças, Pedro Pedrossian Neto.(Foto: André Bittar).Secretário de Finanças, Pedro Pedrossian Neto.(Foto: André Bittar).

Pelo menos metade da dívida de R$ 363 milhões da Prefeitura de Campo Grande com fornecedores foi paga e restante será quitada até fim do ano, conforme o secretário municipal de Finanças, Pedro Pedrossian Neto. O decreto editado no início do ano, que previa a adiamento do pagamento, foi prorrogado até dezembro de 2017.

“Quem ainda não recebeu, que está sempre em contato com a gente, são fornecedores que já têm contrato vigente. Neste ano, estamos em dia. O que não pagamos estamos fazendo reescalonamento”. O que foi pago, afirma o titular, são serviços “absolutamente” essenciais.

Os demais prestadores são empreiteiras, serviços de publicidade, informática, medicamentos, entre outros. No caso dos remédios, Pedrossian disse que a prefeitura escalonou o pagamento das empresas e boa parte das dívidas já foi quitada.

“Importante esclarecer que não haverá calote. Todos vão receber, só é necessário um pouco de paciente, porque neste ano o orçamento já está furado em R$ 363 milhões, o que não é pouca coisa, mas todos vão receber”.

Prorrogação - Conforme o decreto divulgado 08 de agosto, a prefeitura afirma que vai apresentar o relatório com a conclusão dos trabalhos até o fim do ano. Justifica uma série de questões, incluindo a crise financeira “pela qual passa o País há vários anos”.

Desta forma, durante o prazo do novo decreto, fica proibido o pagamento de despesas feitas até 31 de dezembro de 2016 – ou, seja, adquiridas na gestão passada – de valor superior a R$ 25 mil, “exceto as referentes a pessoal e encargos, dívida fundada e caráter continuada”.

Diminuição – O secretário também comentou sobre a redução do preço de alguns contratos, como forma de diminuir os gastos. Ele citou merenda escolar e transporte como exemplos. “No transporte conseguimos reduzir em 10%, com a merenda, aqueles que não conseguimos baixar, lançamos outra licitação. Esta tem sido uma agenda permanente neste primeiro ano de gestão, mas que tem de continuar ao longo do mandato”.




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