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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

30/07/2015 11:00

Reinaldo diz que após medir obra reduziu em 60% repasse à Proteco

Antonio Marques e Leonardo Rocha
Reinaldo Azambuja diz que reduziu repasse para obras de pavimentação e recuperação de rodovias porque mede a obras e paga pelo que é feito (Foto: Marcos Ermínio)Reinaldo Azambuja diz que reduziu repasse para obras de pavimentação e recuperação de rodovias porque "mede" a obras e paga pelo que é feito (Foto: Marcos Ermínio)

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) disse, agora de manhã, que desde janeiro, quando assumiu o governo, diminuiu em 60% o repasse mensal dos recursos para obras de pavimentação e recuperação de rodovias realizadas pela Proteco Construções, em relação ao que se gastava no governo anterior. “Reduzimos o valor de aplicação nos contratos porque medimos e pagamos o que realmente foi realizado”, declarou ele, durante abertura do Fórum de Ciência e Tecnologia, que acontece na sede do Crea (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia).

Conforme balanço orçamentário do semestre, publicado hoje no Diário Oficial do Estado, nos seis primeiros meses deste ano o governo destinou R$ 213.321 milhões para essas obras, 63% a menos que os R$ 583.648 milhões pagos no primeiro semestre de 2014.

Azambuja esclareceu que ao fazer isso, não estaria dizendo que no passado era feito algo sem a devida legalidade. “Isto quem deve dizer são os órgãos de controle”, afirmou, referindo-se ao Ministério Público e a Polícia Federal, que devem conduzir as investigações para responder essas questões.

Segundo o governador, na próxima segunda-feira, 3, irá apresentar todo o escopo de auditorias sobre as obras investigadas, para mostra como serão feitas, quem são os órgãos que vão participar, possibilitando maior clareza e transparência. “Se existir culpados, os órgãos de controle devem identificar. Se o Estado for lesado temos que recuperar o que perdemos”, afirmou Azambuja.

Aquário – Sobre a substituição da empresa para continuar as obras do Aquário, Reinaldo Azambuja disse que continua aguardando o prazo para a empresa Egelte se manifestar. Ele lembrou que o Tribunal de Contas, o Crea e o governo do Estado terão critérios que vão ser cobrados da empresa. “Resta saber se ela vai concordar com tudo aquilo que o governo entende ser necessário para concluir a obra”, destacou.

A obra do Aquário está parada depois que o governo suspendeu o contrato com a empresa Proteco, por determinação do MPF (Ministério Público Federal), em razão de irregularidades apontadas pela operação Lama Asfáltica.



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