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Política

Sem coligações de vereadores, apenas quatro candidatos a prefeito têm aliados

Maioria dos candidatos a prefeito saíiu em chapa pura, sem alianças com outras legendas

Por Leonardo Rocha | 17/09/2020 11:06
Prefeito Marquinhos Trad (PSD) durante convenção do Democratas (Foto: Reprodução - Facebook)
Prefeito Marquinhos Trad (PSD) durante convenção do Democratas (Foto: Reprodução - Facebook)

Com o fim das coligações para vereadores, os partidos tiveram que lançar “chapas puras” e na eleição proporcional, isto resultou em poucas alianças aos candidatos a prefeito na Capital. Dos 14 nomes confirmados nas convenções, apenas quatro têm apoio de outras legendas.

O prefeito Marquinhos Trad (PSD), candidato à reeleição, foi quem mais conseguiu partidos aliados, entre eles: Patriotas, Democratas, Rede, Cidadania, PSDB, PTB, PCdoB, PSB e Republicanos.

“É sinal de maturidade das legendas em entender que o momento é de pensar no crescimento da cidade. Deixaram de lançar candidatos por acreditar no meu projeto de continuidade”, descreveu o prefeito.

Já o procurador de Justiça, Sérgio Harfouche (Avante), candidato a prefeito, conseguiu o apoio de duas legendas para sua campanha: DC e PRTB.  Enquanto que Paulo Matos (PSC) conseguiu a parceria do PROS. Marcelo Miglioli (SD) terá o apoio do PMN.

Os outros 10 candidatos a prefeito na Capital saíram em chapa pura, tanto na disputa proporcional, como na majoritária. São eles: Márcio Fernandes (MDB), Cris Duarte (PSOL), Esacheu Nascimento (PP), Guto Scarpini (Novo), João Henrique Catan (PL), Marcelo Bluma (PV), Pedro Kemp (PT), Dagoberto Nogueira (PDT), Sidnéia Tobias (Podemos) e Loester Carlos (PSL), que ainda tem o nome contestado dentro do PSL.

Esta nova configuração eleitoral, sem coligações para vereadores, começou a valer na eleição deste ano, sendo elogiada por muitos integrantes da classe política.

“Desta forma só vão ficar os partidos fortes, não é possível ter de 32 a 40 partidos no Brasil. Os menores terão que se unificar e se fundir para sobreviver”, afirmou a senadora Simone Tebet (MDB).

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