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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

19/05/2011 17:54

Moka levará técnicos a Ponta Porã para discutir perdas do comércio local

Débora Diniz, de Brasília

Dólar baixo tem atraído moradores para a vizinha Pedro Juan Caballero, no Paraguai

Dois técnicos do Senado vão conhecer de perto, nesta sexta-feira, o problema que tem afetado comerciantes de cidades fronteiriças, como Ponta Porã. Atraídos pelo dólar baixo, a população local tem optado por comprar no país vizinho. O fenômeno tem esvaziado os caixas e levado muitos estabelecimentos a fecharem as portas.

O assunto promete ser um dos principais temas do congresso da Federação das Associações Comerciais de Mato Grosso do Sul, que vai de hoje a sábado em Ponta Porã. Responsável pela visita dos técnicos – um advogado tributarista e uma assessora parlamentar –, o senador Waldemir Moka (PMDB-MS) vai participar de um dos paineis.

“Queremos propostas que surjam dos próprios comerciantes locais, que vivem a realidade do problema”, justifica o senador.

O dólar baixo tem atraído não apenas turistas, que tradicionalmente procuram Pedro Juan Caballero, no Paraguai, para compras. O resultado é que muitas lojas de Ponta Porã já foram obrigadas a encerrar suas atividades. “Até mesmo as compras de supermercado são feitas do outro lado”, ressalta Moka.

Uma das ideias discutidas até agora para amenizar o fenômeno é a redução de impostos para o comércio da cidade, permitindo que os preços possam chegar a níveis competitivos com o dólar. A diferenciação tributária, porém, esbarra na isonomia entre os estados.

“Mas precisamos encontrar uma solução, nem que seja uma linha de financiamento ou algo parecido”, defende o senador.

As propostas articuladas junto aos empresários, que devem ser divididos em núcleos para discutir o problema, serão encaminhadas ao Ministério da Integração Nacional.



Gostaria de sujerir ao Senador Waldemir Moka e aos tecnicos que se for impossivel reduzir as aliquotas de impostos para nossa fronteira, que pelo menos lutem para que nao contiuemos a ser bitributados no ICMS, pois estamos recolhendo duas vezes o ICMS atraves do ICMS garantido do qual fazemos parte e tambem atraves do super simples que uma parte dependendo do faturamento da empresa, representa o ICMS, que pelo que consta deve ser repassado mensalmente pelo Governo Federal ao Estado, ou seja pagamos os 17%, para o estado mais uma parcela so super simples, isso ja vem ocorrendo a varios anos, nao sei porque nehuma associacao e nehum parlamentar se atentou para isso, se realmente querem fazer alguma coisa para os comerciantes comessem por onde acredito estar incorreto.
 
elesbao lopes de carvalho filho em 20/05/2011 08:13:08
Criar uma Zona Franca de livre comércio na fronteira não seria um bom negócio?
 
José Nogueira Neto em 19/05/2011 10:48:18
E Mundo Novo, Nada ????
 
João Neto em 19/05/2011 08:55:29
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