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Campo Grande, Sexta-feira, 22 de Março de 2019

02/02/2019 18:00

Senadores de MS votaram juntos em Davi Alcolumbre, novo presidente

Nelsinho Trad (PSD), Simone Tebet (MDB) e Soraya Thronicke (PSL) apoiaram o parlamentar do Amapá, que ganhou a disputa

Leonardo Rocha
Senadores Simone Tebet (MDB), Nelsinho Trad (PSD) e Soraya Thronicke (PSL), mostrando cédulas (Foto: Divulgação/Assessoria)Senadores Simone Tebet (MDB), Nelsinho Trad (PSD) e Soraya Thronicke (PSL), mostrando cédulas (Foto: Divulgação/Assessoria)

Os três senadores de Mato Grosso do Sul, Nelsinho Trad (PSD), Soraya Thronicke (PSL) e Simone Tebet (MDB) votaram a favor de Davi Alcolumbre (DEM – AP), na eleição do da presidência do Senado Federal. A bancada a princípio se posicionou contra Renan Calheiros (MDB-AL), mas depois mesmo com a desistência do emedebista, resolveram manter o apoio.

Os parlamentes sul-mato-grossenses já tinham declarado antes da eleição deste sábado (02), que eram a favor do voto aberto, e não secreto. Todos disseram que era a melhor opção em favor da transparência e também da lisura diante de uma sociedade, que pretende acompanhar como seus representantes estão se posicionando.

Simone Tebet (MDB) foi a primeira a se manifestar sobre a eleição. Ao retirar o nome da disputa, durante dos discursos, antes da votação, disse que desistia da presidência em favor de Alcolumbre, por entender que naquele momento a melhor alternativa seria “união de esforços” contra Calheiros, ao invés de candidaturas separadas.

Logo depois na hora da votação, foi a vez de Soraya se manifestar, dizendo no microfone, antes de colocar a cédula, que primeiro apoiava Major Olímpio (PSL-SP), depois seguiu para Simone Tebet (MDB), mas que ambos desistiram do pleito, por isso optou também por Davi, entendendo que era a melhor alternativa para renovação no Senado.

Nelsinho Trad (PSD) tinha divulgado antes que iria esperar a definição dos nomes (presidente), para depois definir quem votava. Ele já sinalizava seguir o caminho contra Renan, tanto que defendia o “voto aberto”, seguindo o grupo contrário ao senador de Alagoas.

Eles mostraram as cédulas antes de colocar na urna na primeira votação, que depois foi cancelada, em função de suspeita de fraude, pois com 81 senadores, apareceram 82 cédulas na hora da apuração. Foi feita uma nova eleição diante da polêmica, já sem Renan, mas os parlamentares mantiveram apoio ao senador de Amapá.



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