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Saúde e Bem-Estar

MS permanece em alerta com avanço das síndromes respiratórias, aponta Fiocruz

Vírus sincicial respiratório e influenza A impulsionam hospitalizações

Por Geniffer Valeriano | 29/05/2026 15:25
MS permanece em alerta com avanço das síndromes respiratórias, aponta Fiocruz
Unidade de saúde no Bairro Tiradentes (Foto: Juliano Almeida/Arquivo)

O número de casos de SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) segue em alta no Brasil, e Mato Grosso do Sul acompanha esse cenário. O avanço ocorre em meio ao aumento de hospitalizações associadas, principalmente, ao VSR (Vírus Sincicial Respiratório) e à influenza A.

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Mato Grosso do Sul está em nível de alerta para casos de SRAG, segundo boletim da Fiocruz. O avanço é impulsionado pelo VSR, que representa 47,6% dos casos, seguido por rinovírus (23,9%) e influenza A (22,4%). Campo Grande aparece entre capitais em situação de risco, sem tendência de crescimento no longo prazo. Entre óbitos, a influenza A lidera, respondendo por mais da metade das mortes por vírus respiratórios.

De acordo com o boletim InfoGripe, da Fiocruz, divulgado nesta quinta-feira (28), o Estado está em nível de alerta, risco ou alto risco, além de apresentar tendência de crescimento nas últimas seis semanas.

Em MS, os casos de SRAG por VSR continuam em expansão, acompanhando o padrão observado em grande parte do país. Apesar disso, a região Centro-Oeste já começa a dar sinais de interrupção desse avanço, ainda que os níveis permaneçam elevados.

No cenário nacional, o VSR tem impactado principalmente crianças de até 4 anos, enquanto o rinovírus afeta mais crianças e adolescentes. Já entre adultos e idosos, a influenza A é a principal responsável pelos quadros mais graves.

Campo Grande aparece entre as capitais com incidência de SRAG em nível de alerta, risco ou alto risco nas últimas semanas. No entanto, segundo o boletim, não há indicação de crescimento na tendência de longo prazo, o que aponta para possível estabilidade, embora em patamar elevado.

O levantamento também mostra que a alta de SRAG atinge todas as faixas etárias. Nas últimas quatro semanas, quase metade dos casos positivos foi causada pelo VSR (47,6%), seguido por rinovírus (23,9%) e influenza A (22,4%). Entre os óbitos, a influenza A lidera, sendo responsável por mais da metade das mortes por vírus respiratórios.

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