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Cidades

Associação sai em defesa do governo e pede para municípios cumprirem restrições

Campo Grande e mais 3 prefeituras anunciaram que não irão obedecer medidas mais rígidas

Por Gabriel Neris e Idaicy Solano | 15/06/2021 10:30
Poucas pessoas foram ao Centro da Capital nesta terça-feira (Foto: Marcos Maluf)
Poucas pessoas foram ao Centro da Capital nesta terça-feira (Foto: Marcos Maluf)

A Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul) defendeu o governo do Estado e pediu que as prefeituras respeitem o decreto do governo do Estado publicado com maiores restrições e reclassificando os municípios no relatório do Prosseguir (Programa de Saúde e Segurança na Economia).

O novo documento apontou para 43 municípios em bandeira cinza, o grau mais alto para risco de contaminação de covid. O governo do Estado decretou a abertura apenas de atividades consideradas essenciais.

Em nota, a entidade recomenda aos municípios que obedeçam a decisão “a fim de garantir a atuação harmônica entre Estado e Municípios, até que novas disposições/orientações sejam expedidas pelo Estado de Mato Grosso do Sul e órgãos de controle competentes”. O documento é assinado pelo presidente da entidade e prefeito de Nioaque, Valdir Couto (PSDB).

Campo Grande, Sidrolândia, Ponta Porã e Três Lagoas contestaram o novo mapa e disseram que não vão obedecer, considerando as medidas para bandeira vermelha. Dourados também não levará em consideração a bandeira cinza, porém foi autorizado pela SES (Secretaria Estadual de Saúde).

Prefeituras de Selvíria, Bataguassu, Brasilândia, Chapadão do Sul, Deodápolis, Iguatemi, Sete Quedas e Miranda afirmaram ao Campo Grande News que vão seguir as determinações do governo do Estado. Demais prefeituras foram procuradas, mas ninguém foi localizado.

Campo Grande – O prefeito da Capital, Marquinhos Trad (PSD), questionou a reclassificação dos municípios do Prosseguir. Segundo ele, o município havia atingido pontuação 28, melhor que na semana anterior, mas ainda assim caiu na escala de bandeira, indicando maior gravidade de risco de contaminação da doença.

O secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende, apontou que houve acordo com todos os municípios para que subissem de bandeira para tentar controlar o vírus de maneira mais abrangente e que por isso nenhuma nota foi levada em consideração.

Para a tomada de decisão, o secretário relata que o comitê do Prosseguir analisou o quadro epidemiológico da covid-19 nos municípios e que todo o Estado tem taxa de 100% da ocupação de leitos.

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