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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

18/02/2014 15:44

“Paralisação” dos presos da Máxima chega ao fim após uma semana

Bruno Chaves
Lixo acumulado nos pavilhões começou a ser recolhido pelos internos (Foto: Divulgação)Lixo acumulado nos pavilhões começou a ser recolhido pelos internos (Foto: Divulgação)

A greve dos detentos do Presídio de Segurança Máxima de Campo Grande chegou ao fim na tarde desta terça-feira (18) depois de uma semana. Desde o dia 10 de fevereiro, os detentos paralisaram atividades em protesto por melhorias nas áreas da alimentação, assessoria jurídica, saúde e outras.

Por causa da movimentação “grevista”, as unidades da Máxima ficaram abarrotadas de lixo nos últimos dias. O fato gerou complicação até nas visitas do fim de semana, quando parentes de presos foram impedidos pela direção de entrarem no local com qualquer tipo de pertence para evitar o acúmulo de sujeira.

Conforme a assessoria de imprensa da Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário), “a limpeza da unidade penal já está sendo efetuada pelos internos”. No entanto, a agência não informa o motivo que fez os presos voltaram às atividades.

“A Agepen tomou ciência de tudo o que está sendo colocado, está verificando quais informações procedem e não procedem e adotando as medidas necessárias para equacionar todas as questões apresentadas”, completa a nota à imprensa sobre as reivindicações dos detentos.

Em entrevista anterior ao Campo Grande News, o titular da Sejusp/MS (Secretaria de Justiça e Segurança Pública), Wantuir Jacini, informou que medidas estão sendo tomadas para conter a ação dos presos. Algumas inclusive que serão implantadas ainda hoje.

Já a Agepen informa que mais informações a respeito do fim do movimento grevista não serao repassadas “por questões segurança”.

Interior – Informações apuradas pelo Campo Grande News apontam que o movimento grevista dos presos continua em algumas cidades do interior do Estado. Em Dois Irmãos do Buriti, a 83 quilômetros da Capital, os internos continuam paralisados.

“Eles estão nesse movimento desde segunda-feira passada. Eles não têm uma pauta de reivindicações, apenas pararam todas as atividades com exceção da alimentação e do banho do sol. Trabalhos de limpeza e de sala de aula, por exemplo, não estão sendo feitos”, disse o diretor da penitenciária local, Claudiomar Suszek.

Na Penitenciária Harry Amorim Costa, em Dourados, a 233 quilômetros de Campo Grande, os internos também continuam com os protestos. “Eles estão parados e não querem fazer nada”, disse uma agente penitenciária.



Que vergonha! Enquanto isso nos hospitais pessoas morrendo nos corredores...
Aonde vamos chegar Brasil?!
 
Elison Santana em 19/02/2014 08:27:39
agora eles deviam fazer uma greve de fome coletiva pro resto da vida, aí todos nós aqui fora que pagamos os impostos pra sustentar esses inúteis ficaríamos felizes!!!!!!
 
IDEVALDO DE JESUS em 18/02/2014 22:48:46
Nao entendi direito, e o rato comendo o gato, greve de detentos e absurdo...sem mais comentarios!!
 
Daniela dias em 18/02/2014 21:00:56
Pq não fazem greve de fome, só assim diminuiriam os gastos com esses trabalhadores, de besta elas não tem nada...ELES ESTÃO PARADO E NÃO QUEREM FAZER NADA...kkkkkk só mais um pouquinho kkkkkkkkkkk desce a borracha nesses caras, será que ate presos eles comandam!!!!!
 
carla cristina em 18/02/2014 16:53:36
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