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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

19/07/2014 14:43

Aposentada campo-grandense procura por tios que não vê há décadas

Renan Nucci
Aurelinda perdeu contato com familiares e agora tenta encontrá-los. (Foto: Paulo Francis)Aurelinda perdeu contato com familiares e agora tenta encontrá-los. (Foto: Paulo Francis)

A aposentada Aurelinda de Fátima Silva, de 60 anos, procura por familiares que não vê há várias décadas. Segundo ela, a esperança é reencontrar pelo menos os tios Geraldo Conrado Ruas e Antônio Conrado Ruas, também conhecido como “Toninho”, já que os avôs estão provavelmente mortos.

A campo-grandense que vive hoje no Conjunto Residencial Estrela do Sul, relata que a família, natural de Cristália, município localizado na região norte de Minas Gerais, começou a se desmontar no ano de 1949.

Na ocasião, o avô José Conrado Ruas saiu de casa levando Geraldo, à época com 18 anos, para trabalhar no corte de cana e plantação de café em Presidente Prudente, interior de São Paulo. O emprego para ambos teria sido intermediado por um homem chamado José Cândido de Lima.

Antes de viajar, José Conrado havia prometido que, quando estivesse estabelecido financeiramente, voltaria à Cristália para buscar a esposa Joana Maria de Jesus e os dois filhos menores, no caso, Toninho e Maria das Dores Conrado, sendo esta, a mãe de Aurelinda.

Os anos se passaram e pai e filho desapareceram. Preocupada, Joana tentou realizar por conta própria uma busca pelo marido. Ela se mudou para a cidade de Engenheiro Dolabella (MG), e depois para Tupã (SP). Sem informações sobre José Conrado, a mulher se instalou no interior de São Paulo, onde criou os dois filhos.

Maria cresceu, se casou e em 1954 teve a filha Aurelinda. Dois anos depois mudou-se para Campo Grande. “Quando minha mãe veio para Capital sul-mato-grossense, a família se separou de vez. Desde então perdemos contato com minha avó e meu tio Toninho”, relatou Aurelinda.

Ela afirma ainda que em 1958, um primo teria visto o avô José em Cianorte, no Paraná. “Nunca mais soube notícias deles. Já procurei a imprensa, fui a programas de TV e graças a Deus conseguir restabelecer alguns contatos e conhecer parentes que jamais imaginei que teria. O objetivo agora é descobrir o que aconteceu com meus tios”, disse.

Informações sobre o caso devem ser repassadas a Aurelinda, por meio dos telefones: (67) 3351 – 0602 ou (67) 9904 – 9628.

 



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