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Campo Grande, Sábado, 19 de Janeiro de 2019

17/04/2017 16:40

Atendente baleada pelo ex sai do CTI, mas continua internada em estado grave

Luana Rodrigues
Movimentação de polícia e bombeiro no dia em que ocorreu o crime (Foto: Amanda Bogo)Movimentação de polícia e bombeiro no dia em que ocorreu o crime (Foto: Amanda Bogo)

A atendente de 32 anos, que foi baleada pelo ex-marido no dia 23 de março, enquanto estava trabalhando, deixou o CTI (Centro de Tratamento Intensivo) neste fim de semana, mas permanece em coma, em estado grave.

Segundo a Santa Casa, a paciente está sendo mantida viva por meio de aparelhos e medicamentos. Há cerca de duas semanas, a equipe médica cortou os sedativos ministrados à ela e a expectativa era de que ela acordasse. No entanto, a paciente não apresentou melhora e continua em coma.

O ex-marido da mulher já recebeu alta. O homem, que após o crime tentar matar a ex-esposa atirou contra a própria cabeça, passou por cirurgia para reconstrução do globo ocular, mas perdeu a visão do olho esquerdo. Ele deixou o hospital e foi direto para a prisão.

Tiroteio - Conforme a Polícia Civil, a mulher atendia atrás do balcão da loja, quando de repente o homem chegou e sem falar nada atirou contra a ex. Em seguida, o agressor atirou contra a própria cabeça e caiu ao chão.

Antes do socorro chegar, ele retomou a consciência e ainda tentou pegar o revólver de volta, mas foi contido por policiais que tinham acabado de chegar.

Um pouco antes do crime, a vítima tinha ido à Deam (Delegacia Especializada de Atendimentos à Mulher) denunciar o ex-marido que enviava mensagens ameaçadoras para forçá-la a reatar o casamento.

Os dois foram casados por 11 anos e há 2 meses estavam separados. Ele, segundo testemunhas, não aceitava o fim do relacionamento. O casal tem um filha de 5 anos.

Os casos de violência doméstica foram registrados pela vítima em maio de 2009, outubro de 2014 e 2015, março de 2016 e nesta quinta-feira.

Denúncias – A atendente registrou seis boletins de ocorrência por violência doméstica em um período de oito anos. Todas as ocorrências são contra o suspeito.

O primeiro caso aconteceu em maio de 2009. Os casos de violência doméstica foram registrados pela vítima em maio de 2009, outubro de 2014 e 2015, março de 2016 e nesta quinta-feira.



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