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Capital

Superlotado, atendimento pediátrico do HRMS opera com 150% de ocupação

Além da área vermelha superlotada, ala verde também opera com 125% de ocupação

Por Ketlen Gomes | 24/04/2026 17:13
Superlotado, atendimento pediátrico do HRMS opera com 150% de ocupação
Hospital Regional está com superlotação no Pronto Atendimento Pediátrico. (Foto: Osmar Veiga)

O HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul), em Campo Grande, enfrenta superlotação no PAM (Pronto Atendimento Médico) pediátrico. Segundo a assessoria da unidade, nesta sexta-feira (24), a taxa de ocupação na área vermelha é de 150%, enquanto a área verde registra 125%.

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O Hospital Regional de Mato Grosso do Sul enfrenta superlotação no Pronto Atendimento Médico pediátrico, com taxa de ocupação de 150% na área vermelha e 125% na área verde. Em fevereiro, o Tribunal de Justiça obrigou a prefeitura a apresentar um plano para ampliar leitos pediátricos. A Secretaria Municipal de Saúde busca recursos via emendas parlamentares e articulação regional para solucionar o problema.

Isso significa que no primeiro caso a lotação supera em 50% o limite. A reportagem não foi autorizada a entrar no local.

Em nota, o hospital informou que atende pacientes regulados, ou seja, aqueles que já passaram por outras unidades de saúde e foram encaminhados para atendimento especializado. No entanto, não detalhou as causas do aumento na ocupação nem se há medidas previstas para normalizar a situação.

Em fevereiro deste ano, o TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) manteve decisão que obriga a prefeitura de Campo Grande a apresentar um plano para ampliar a oferta de leitos pediátricos na Capital, tanto clínicos quanto de UTI (Unidade de Terapia Intensiva).

Na ocasião, a Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) informou que convocou hospitais contratualizados para discutir soluções conjuntas. A estratégia previa duas frentes: a busca de recursos por meio de emendas parlamentares e a ampliação da oferta com articulação regional.

Já em março, o HRMS enfrentou outros problemas, desta vez estruturais relacionados ao ar-condicionado. Pacientes relataram calor em diversos setores da unidade, incluindo o CTI (Centro de Terapia Intensiva). Uma profissional de saúde, que pediu anonimato, também afirmou à reportagem que o PAM já operava com lotação elevada.

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