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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

28/11/2011 10:28

Chefe de quadrilha, Polaco e dois filhos têm prisões prorrogadas

Aline dos Santos

O prazo do primeiro mandado terminaria nesta segunda-feira

Polaco foi preso em operação  na última quarta-feira. (Foto: Viviane Oliveira) Polaco foi preso em operação na última quarta-feira. (Foto: Viviane Oliveira)

Presos na última quarta-feira, o contrabandista Alcides Carlos Grejianin, o Polaco, e seus dois filhos tiveram as prisões temporárias prorrogadas por mais cinco dias.

O prazo do primeiro mandado terminaria nesta segunda-feira. Alvo da operação Alvorada Voraz, Polaco é apontado como líder de um esquema criminoso que pagava propina a policiais militares para liberar comboios de cigarro contrabandeado do Paraguai. A ação foi realizada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) e a PRF (Polícia Rodoviária Federal).

De acordo com o advogado Benedicto de Figueiredo, a defesa ainda se inteira do conteúdo da denúncia para tomar medidas jurídicas. “O inquérito ainda está muito novo”, pondera. Ele frisa que a prisão preventiva não foi decretada.

Polaco e os filhos, que foram presos em uma propriedade rural de Eldorado, estavam presos na 4ª delegacia de campo Grande. Eles foram transferidos na sexta-feira e o novo local não foi revelado.

Alcides Grejianin é dono de um patrimônio milionário. A justiça federal já sequestrou seis fazendas de propriedade do contrabandista, sendo uma avaliada em R$ 20 milhões.

Ele responde a processos por contrabando de cigarro e lavagem de dinheiro. Em fevereiro deste ano, a justiça arrecadou R$ 7 milhões com leilão do gado apreendido. Além de acusação por homicídio.

A operação Alvorada Voraz foi desencadeada nas cidades de Antônio João, Caracol, Jardim, Porto Murtinho, Campo Grande, Eldorado e Brasilândia, além de Brasília (DF) e Umuarama (PR). A ação reuniu 200 profissionais.

Dos 17 mandados de prisão temporária, foram presos 11 civis e cinco policiais militares. Um dos PM já estava detido no Presídio Militar de Campo Grande.

Durante a apreensão, foram apreendidos 12 veículos, 268 munições de vários calibres, um revólver calibre 38 de propriedade de um policial, um CPU, um notebook e cinco celulares.



Se fosse um pai de família já estaria preso, aqui no Brasil infelizmente a lei criminal beneficia mais o bandido em detrimento do cidadão, isso é uma vergonha.
 
julio silva em 28/11/2011 04:14:58
DUVIDO QUE FIQUE PRESO PORQUE TEM DINHEIRO DE SOBRA PARA FICAR FORA DA CADEIA. ESPERO QUE EU ESTEJA ENGANADO.
 
MATEUS COSTA em 28/11/2011 01:30:56
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