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Capital

Horas após inauguração, relógio da Calógeras para de funcionar

Estrutura tem, ao todo, cinco máquinas. Pane elétrica seria responsável pela paralisação de dois dos relógios no símbolo municipal de Campo Grande

Por Izabela Sanchez e Mirian Machado | 28/08/2018 09:18
Relógios foram retirados após pararem de funcionar (Marina Pacheco)
Relógios foram retirados após pararem de funcionar (Marina Pacheco)

Símbolo de Campo Grande, o relógio da Calógeras foi revitalizado, ganhou homenagem, mas horas depois da inauguração, na noite segunda-feira (27), parou de funcionar. Quem passar pelo local nesta terça-feira (28), no cruzamento entre a Rua Calógeras e a Avenida Afonso Pena, vai perceber que ele não marca as horas.

Funcionários responsáveis pela manutenção explicam que a estrutura, com quatro relógios apontados para as pistas no cruzamento, sofreu uma possível pane elétrica.

Duas máquinas queimaram e os outras duas foram desligadas. Segundo os trabalhadores, um problema elétrico no relógio mestre, que coordena a estrutura, teria provocado o curto. Eles acreditam que o relógio seja consertado ainda nesta terça.

Funcionários retiram relógio para conserto (Marina Pacheco)
Funcionários retiram relógio para conserto (Marina Pacheco)

O monumento revitalizado recebeu o nome do Doutor Renato Barbosa de Rezende, como prevê lei aprovada na Câmara de Vereadores. Rezende, falecido em 2014, foi presidente da comissão que trabalhou pela revitalização do relógio, na época das comemorações do centenário de Campo Grande.

Não é a primeira vez que o símbolo é retirado, revitalizado e devolvido. O relógio foi construído no canteiro central na esquina da Avenida Afonso Pena e Calógeras, réplica do antigo relógio da Rua 14 de Julho. O antigo relógio foi inaugurado em 1933, na esquina da Avenida Afonso Pena e Rua 14 de Julho.

O local marcou encontros políticos, por isso é considerado um monumento símbolo de progresso e da democracia. Ali, aconteceram desfiles cívicos, passeatas, manifestações culturais e o “footing”, nome dado à “paquera” antigamente.

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