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Mesmo com menos casos que outros vírus, H3N2 só perde para a covid em letalidade

Em 2021, foram 112 casos confirmados de Srag por Influenza H3N2, menos que outras fontes de infecção

Por Lucia Morel | 08/01/2022 17:51
População na fila para receber dose da vacina contra gripe, em julho. (Foto: Marcos Maluf/Arquivo)
População na fila para receber dose da vacina contra gripe, em julho. (Foto: Marcos Maluf/Arquivo)

Dos vírus que causam SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave), o H3N2 da Influenza aparece apenas em quarto lugar na quantidade de casos, mas é o segundo mais letal, ficando atrás apenas do Sars-Cov 2, causador da covid-19.

Dados do boletim municipal, que levam em conta os números fechados de 2021, indicam, na sequência, 8.281 casos da síndrome decorrentes da covid-19; 207 derivados do vírus sincicial respiratório; em terceiro lugar, 197 ocorrências de rinovírus; e apenas em quarto, aparecem os 112 casos confirmados de Srag por de Influenza H3N2.

Fonte: Sesau
Fonte: Sesau

Ocupa a quinta posição, 23 casos da síndrome decorrentes de infecção por adenovírus. Vale lembrar que por não ser de notificação compulsória – como é o caso da covid – as ocorrências dos demais vírus só são conhecidas em pacientes que acabam desenvolvendo Srag e são internados.

Em relação aos óbitos, em Campo Grande, uma pessoa morreu no final de 2021 com a doença e nos primeiros dias de 2022, outras duas acabaram falecendo na Capital em decorrência de agravamentos da H3N2. Dos demais vírus, nenhum caso foi registrado, conforme o boletim.

Somente este ano, conforme dados de ontem da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde), já são 59 casos confirmados de H3N2, que corresponde a 100% das ocorrências de gripe que levaram à hospitalização na Capital.

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