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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

06/10/2011 12:17

Perícia faz 3ª vistoria em prédio de luxo para esclarecer causa de incêndio

Aline dos Santos e Francisco Júnior

Publicitário e defensora pública morreram vítimas de intoxicação

Peritos vão voltar a edifício em busca de pistas do que provocou incêndio. (Foto: Pedro Peralta)Peritos vão voltar a edifício em busca de pistas do que provocou incêndio. (Foto: Pedro Peralta)

Cenário do incêndio que provocou duas mortes, o edifício de luxo Leonardo Da Vinci recebeu hoje a terceira visita da perícia, que busca esclarecer a origem do fogo.

“Viemos fazer levantamento de elementos para saber a causa do incêndio no apartamento”, afirma o perito Antônio César Moreira. Ponto de origem das chamas, o apartamento 904, do nono andar, permanece interditado. No local, mora um casal e dois filhos adultos, que não se feriram.

De acordo com o delegado Miguel Said, da 1ª delegacia de Polícia Civil, há muitas especulações sobre o que teria provocado as chamas. “Ainda não tem laudo que comprove a causa. Falaram do aquecedor, mas foi a última coisa que queimou”, afirma.

Segundo ele, o procedimento está sob sigilo. O delegado conversou com moradores e estava acompanhado pela irmã do publicitário Giovanni Sergio Dolabani Leite, de 24 anos, que morreu intoxicado pela fumaça. A vítima morava no 16º andar e foi intoxicado ao tentar sair do prédio pelas escadas.

Conforme Miguel Said, a perícia vai retornar ao apartamento para colher mais informações. O incêndio, ocorrido na madrugada do último domingo, também provocou a morte da defensora pública Kátia da Silva Soares Barroso, de 37 anos. Ela teve morte cerebral detectada na segunda-feira e foi sepultada ontem.

O defensor Francisco José Soares Barroso, esposo de Kátia, está internado em estado grave. O filho casal, de seis anos, também foi internado e tinha previsão de alta para hoje. Também está internado o servidor do TRT (Tribunal Regional do Trabalho), Eudovando Barbosa Silveira.

Marmita – Quase uma semana depois da tragédia, o fornecimento de gás permanece cortado. Os moradores estão comprando marmitex, provocando um constante ida e vinda de entregadores de marmita em frente ao prédio, na rua Amazonas, em Campo Grande. O edifício tem dois apartamentos por andar e cada imóvel é avaliado em R$ 800 mil.



Será que não esqueceram algum secador de cabelos ligado em cima da cama? Isto pode acontecer. Como os "burburinhos" do aquecedor já foi descartdo, não custa verificar essa suposição.
 
Ezio Jose em 07/10/2011 09:52:46
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