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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

27/01/2014 16:55

Pichadores não se intimidam e vandalizam teatro do Paço Municipal

Mariana Lopes
Há mais ou menos 15 dias, fachada do Paço amanheceu pichada com pontos de interrogação (Foto: Mariana Lopes)Há mais ou menos 15 dias, fachada do Paço amanheceu pichada com pontos de interrogação (Foto: Mariana Lopes)

Há mais ou menos 15 dias, pontos de interrogação foram pichados na fachada do Teatro do Paço, José Octávio Guizzo, localizado junto ao prédio da Prefeitura de Campo Grande, na avenida Afonso Pena. As pichações foram feitas na mesma época dos atos de vandalismo no Obelisco da Capital.

Coincidência ou não, dois patrimônios públicos do Município foram pichados em um curto espaço de tempo. O questionamento da população é se o ato foi apenas vandalismo ou se há alguma tentativa de protesto por trás das figuras pichadas.

“Foi da noite para o dia, porque esses moleques só aprontam durante a noite mesmo”, conta o picolezeiro João Gonçalves, 68 anos, que tem o ponto fixo bem em frente ao teatro do Paço Municipal.

Na opinião dele, o ato de pichar é “atitude de pessoas sem cultura, ainda mais por ser patrimônio público e que será reformado com o dinheiro do povo”, reclama João.

O picolezeiro ainda acrescenta que se o ato for em intenção de protesto, a manifestação nas paredes do teatro foram em vão. “O que isso quer dizer? Só quem pichou é que entende essa poluição visual que está aí”, diz João.

Para quem só passa pelo local com pressa, em meio ao corre-corre rotineiro, a pichação até passa despercebida. Mas, basta apenas chamar a atenção para o prédio público que a reação de reprovação é imediata.

Foi assim com a doméstica Célia Regina Serpa Arceno, 54. Ela não havia notado que a fachada do Paço Municipal estava todo pichado, mas assim que foi abordada pela reportagem, afirmou enfaticamente que “isso é coisa de quem não tem o que fazer”.

Para ela, a atitude de pichar um monumento ou um prédio público não é pode ser aceito nem se for como forma de protesto contra os políticos ou administração da cidade. “Só vejo vandalismo nisso, acho que há outras formas de se protestar sem destruir o patrimônio público”, pontua Célia.

De acordo com a assessoria de imprensa da Prefeitura, não há previsão para a fachado do Paço ser pintada.



O que tenho a dizer? se a justiça não tratar o problema como coisa sério, é disso pra pior.
 
josé fagundes da silva em 28/01/2014 00:36:27
Vcs se lembram da frase "Ludio tem Prano", em várias partes da cidade, principalmente na rua Alegrete, e aquela "André venceu o debate" ou "Bernal é agióta", essas em grande número na região norte... bunito né?
 
aloisio segatto em 27/01/2014 20:33:14
Os guardas devem estar batendo papo com as mirins, porque eu passo lá e eles só fazem isso.
 
Ivan Ilitich em 27/01/2014 18:32:08
SE UM MORADOR PEGAR PICHANDO OU A POLÍCIA FLAGRAR TEM QUE ATIRAR P/ MATAR!
 
Patricia Carriço em 27/01/2014 18:24:21
É muito fácil identificar esses marginais, são "skatistas" e ciclistas que andam em "bando", com idade de 18 a 24 anos, sempre carregam mochilas para levar os sprays, praticamente todos são de periferia e usuários de drogas e bonés de aba reta.A cidade inteira está sendo pichada e qual a atitude das autoridades?Não há nenhum interesse em coibir esses atos, principalmente nenhum projeto de lei que torne mais dura a pena a esses marginais.Esse é o país da Copa, mas ainda bem que não vamos sediar nada por aqui...Vergonhoso!!!
 
Antonio Carlos em 27/01/2014 18:23:32
kd os guardas para cuidar do prédio
 
katia silva em 27/01/2014 17:59:55
Parabéns ao Campo Grande News por trazer reiteradamente ao público o problema da pichação que assola a nossa cidade! Precisamos realmente discutir soluções para esse problema que está se tornando maior a cada dia que passa. Digo "precisamos" porque o combate a esse crime - é bom que se diga que trata de crime ambiental - somente surtirá efeito com a união da população e do Estado; a população denunciando e o Estado levando à Justiça o criminoso.
 
Marcio Silva em 27/01/2014 17:45:40
Parece mais uma briga política do que de moleques de rua. Vai chegando perto das eleições e a gente precisa ficar de olho cada vez mais aberto. As vezes, nada é o que parece.
 
Paulo Miranda em 27/01/2014 17:23:53
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