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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

20/07/2016 09:05

Polícia caça suspeita de matar garota; mulher estaria na casa de parentes

Luana Rodrigues
Thamara Arguelho de Assis, 21 anos, é considerada foragida. (Foto: Reprodução/ Facebook)Thamara Arguelho de Assis, 21 anos, é considerada foragida. (Foto: Reprodução/ Facebook)

A Polícia Civil está no encalço de Thamara Arguelho de Assis, 21 anos. Ela é suspeita de matar com um tiro na cabeça a jovem Victoria Correia Mendonça, de 18 anos, na madrugada desta terça-feira (19). Há informações extraoficiais de que a garota esteja em Aquidauana, na casa de parentes, mas a polícia não confirma esta informação, apenas diz que faz buscas.

Conforme a delegada responsável pelo caso, Roseli Dolor Galego, da 7ª delegacia, a polícia concluiu que a principal suspeita é Thamara após ouvir familiares e amigos de Victoria. “Estamos empenhados nas buscas, cruzando informações, e acredito que logo ela será capturada”, informou.

Até agora, a polícia ouviu cinco pessoas. A suspeita é de que Thamara esteja se escondendo em casas de parentes, mas a polícia ainda não sabe com a ajuda de quem.

Perfil - Thamara é mãe de um menino de cinco anos. Foi indicada como autora a partir do relato de uma testemunha que presenciou a cena do crime, afirmando que ela discutiu com a vítima antes do crime.

Pelo Facebook, xingou e fez ameaças à vítima Victoria por várias vezes, meses antes do crime. A suspeita acumula também passagens por porte de arma, lesão corporal e tráfico de drogas.

Crime - Victoria foi morta na Rua Luiz Bento, Vila Popular, região oeste de Campo Grande. Uma testemunha contou à polícia que a vítima discutia com uma mulher em frente de casa, quando foram feitos cinco disparos.

Conforme informações do boletim de ocorrência, a testemunha disse que ouviu quando uma pessoa chamou pela vítima na frente do imóvel. A menina saiu para atender e começou a discutir com uma mulher. Pouco tempo depois, começaram os disparos.

Victoria foi atingida por um tiro na nuca, que saiu pela orelha esquerda. Outros quatro tiros foram disparados, mas não acertaram a moça. Ela não resistiu ao ferimento e morreu na hora. O pai da vítima é guarda municipal e estava dormindo em um quarto da casa no momento do crime.



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