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Campo Grande, Quinta-feira, 21 de Setembro de 2017

17/08/2017 08:44

Polícia faz reconstituição da morte do menino Kauan em casa de suspeito

Rafael Ribeiro e Guilherme Henri
Delegado responsável pelo caso, Lauretto (de costas e boné) organiza início da reconstituição (Foto: André Bittar)Delegado responsável pelo caso, Lauretto (de costas e boné) organiza início da reconstituição (Foto: André Bittar)

Com grande aparato, a Polícia Civil começa a realizar na manhã desta quinta-feira (17) a reconstituição dos fatos que acredita terem levado ao estupro e morte do menino Kauan Andrade Soares dos Santos, 9 anos, cujo corpo está desaparecido desde o dia 25 de junho.

Os trabalhos acontecem na casa do homem preso acusado pelo crime, o professor Deivid Almeida Lopes, 38, no bairro Coophavilla II (zona sul de Campo Grande). A presença dele no local dos fatos não é confirmada pela polícia, assim como a dos dois adolescentes que prestaram depoimento sobre o caso como testemunhas até aqui. Um deles, de 14, está recolhido na Unei (Unidade Educacional de Internação) Dom Bosco suspeito de co-participação.

Todo o quarteirão onde está a residência foi isolado pela polícia, que ocupa ao menos metade de um campo de futebol que está localizado na frente da casa de Lopes.


Delegado responsável pelo caso, Paulo Sérgio Lauretto, titular da Depca (Delegacia Especializada Proteção à Criança e ao Adolescente), comanda as atividades ao lado dos peritos.


Diversas delegacias especializadas, como a de Homicídios e de Combate ao Crime Organizado, estão presentes, além da Polícia Militar. Cerca de 30 policiais ao todo participam do trabalho, acompanhado por dezenas de curiosos.


Lauretto não explicou oficialmente qual o objetivo da polícia com a reconstituição. Mas a presença de um boneco imitando Kauan dá a entender que as versões de Lopes e dos adolescentes serão confrontadas.

A atividade acontece com certo grau de surpresa, afinal a polícia dizia que ainda esperava pelos resultados dos laudos da perícia.

A busca pelo corpo do garoto foi suspensa depois de sete dias de buscas, segundo Lauretto à espera de novos indícios mais concretos da localização.

 




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