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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

27/03/2014 10:34

Prefeitura busca R$ 128 milhões e vai priorizar revitalização da 14 de Julho

Edivaldo Bitencourt e Kleber Clajus
Prefeito discute revitalização da 14 de Julho e ouve reivindicações de empresários (Foto: Cleber Gellio)Prefeito discute revitalização da 14 de Julho e ouve reivindicações de empresários (Foto: Cleber Gellio)

A Prefeitura de Campo Grande busca financiamento de R$ 128,8 milhões (US$ 56 milhões) do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) para investir na revitalização da Rua 14 de Julho, entre a Rua 26 de Agosto e a Avenida Mato Grosso, no Centro. Em reunião na manhã de hoje (27) com empresários na Associação Comercial e Industrial de Campo Grande, o prefeito Gilmar Olarte (PP) afirmou que o projeto é uma das prioridades da sua gestão e deve ser concluído no primeiro semestre de 2015.

Durante o encontro, a coordenadora da Central de Projetos, Catiane Sabadine, detalhou a proposta, que integra o Programa Reviva Centro, mais conhecido como Cidade Limpa. Após os empresários acabarem com a poluição visual da região central, o município promete dar o próximo passo, que é reestruturar a principal via do comércio.

Os fios de telefone e da rede elétrica serão enterrados. A calçada e as áreas de convívio serão padronizados. A Prefeitura descartou, contudo, a retirada do tráfego de veículos do trecho. “Não vamos fechar porque o fluxo de carros traz o cliente”, justificou o secretário municipal de Desenvolvimento, Edil Albuquerque.

Catiane explicou que o estacionamento e as linhas de ônibus serão retirados da 14 de Julho. O transporte coletivo será desviado para as ruas do entorno.

Já o estacionamento exigirá outras medidas. Segundo levantamento da Fecomércio (Federação de Comércio e Serviços), 45% das vagas disponíveis são utilizadas por funcionários e donos de lojas. A proposta é criar uma espaço para os veículos perto da Feira Central e transportar os funcionários em vans ou outros veículos coletivos.

“Vamos ter o cuidado de fazer a obra sem quebrar o comércio”, garantiu Olarte. O presidente da Associação Comercial, Omar Aukar, elogiou a iniciativa de ouvir os empresários antes do início das obras e evitar o problema da Avenida Júlio de Castilho, em que os comerciantes e moradores só foram ouvidos após a obra estar quase concluída.

O comerciante Edmir Arna pediu que a prefeitura evite erros e cause transtornos pontuais ao comércio. Ele citou o recapeamento da Avenida Afonso Pena, que criou um desnível e, a cada chuva, uma lâmina d´água se forma no cruzamento das duas vias. Ele contou que um vizinho é obrigado a ficar de plantão com o rodo para retirar a enxurrada que invade o estabelecimento.

Os empresários estão otimistas com a revitalização da Rua 14 de Julho, um sonho de décadas, desde a administração de Juvêncio César da Fonseca. Aukar prevê que o comércio pode elevar as vendas com a mudança na principal via do comércio central da Capital.

Sobre o transtorno, ele avalia que será menor se for feito de forma planejada. A Prefeitura estima que a revitalização será concluída até junho do próximo ano. O financiamento será obtido com juros de 2% ao ano e com carência de quatro anos para iniciar o pagamento.



* A Associação comercial e industrial , vive inventando vendas que não existe , faz tempo que as pessoas se cansaram de fazer compras no centro... aqui quando se vem no centro , ou você leva uma multa pelo flex parque, ou tem o seu carro todo amassado por motoristas mal preparados, outro fator, nos bairros temos lojas de qualidade hoje, mais um fator que coloca o centro em desvantagem sao as comodidades oferecidas hoje pelos shoppings, infra estrutura, conforto e bem estar... coisa que nao existe no centro e nunca vai existir. portanto falar que a vendas aumentaram é mentira da Associação comercial, pois estou no centro a 20 anos e so vejo o comercio decrescendo cada ano que passa .
 
antonio gonçalves da silva em 27/03/2014 17:38:41
Finalmente alguem vai tratar os comerciantes da cidade com dignidade, algo que não foi feito nem pelo Nelsinho nem pelo Bernal, obrigaram os comerciantes a gastar um dinheirão nas novas fachadas e depois disso nada foi feito, tanto que teve gente que retirou a fachada antiga e não colocou a nova pois viu que era uma grande roubada, na Julio de Castilho mesma coisa, gastaram fortunas pra deixar a avenida muito pior do que jamais foi, o correto seria os ex-prefeitos devolverem dinheiro aos cofres públicos principalmente o Nelsinho que foi quem inventou tudo e não finalizou nada, a população paga o pato e os comerciantes quebram diante de prefeitos despreparados para trabalhar com obras e que ignoram o quanto o comerciante precisa trabalhar para se manter.
 
maximiliano rodrigo antonio nahas em 27/03/2014 12:25:46
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