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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

15/08/2014 16:33

Prefeitura cancela licitação e obra na Ernesto Geisel fica 50% mais cara

Edivaldo Bitencourt
Resolver o problema da erosão e alagamento na avenida ficará em torno de R$ 60 milhões (Foto: Arquivo)Resolver o problema da erosão e alagamento na avenida ficará em torno de R$ 60 milhões (Foto: Arquivo)

A Prefeitura revogou, nesta sexta-feira (15), a licitação para contratar a empresa revitalizar a Avenida Ernesto Geisel. O projeto foi revisto e projeto para acabar com alagamentos e erosões nas margens do Rio Anhanduí e transformar a via vai ficar 50% mais caro do que o previsto inicialmente.

A solução do problema, que já completa uma década e causa transtornos para motoristas e moradores, vai ficar R$ 20 milhões mais cara ao poder público. Segundo a secretária municipal adjunta de Infraestrutura, Kátia Castilho, o novo projeto foi concluído nesta semana e será enviado na próxima para aval da Caixa Econômica Federal. O banco deve levar de 15 a 30 dias para concluir a análise.

Inicialmente, a Prefeitura previa investir R$ 41 milhões na revitalização da Avenida Ernesto Geisel entre a Rua Santa Adélia e a Avenida Campestre. Lançada em 2012, ainda na gestão de Nelson Trad Filho (PMDB), a licitação chegou a ser concluída. No entanto, a obra ficou parada por quase dois anos.

Kátia explicou que a empresa vencedora da licitação desistiu da obra e o projeto foi revisto. O secretário municipal de Obras, Semy Ferraz, chegou a estimar o custo da obra em R$ 47 milhões com as novas adequações.

No entanto, o custo será maior. De acordo com a secretária adjunta, o novo projeto, que prevê a canalização do Rio Anhanduí em uma extensão de aproximadamente quatro quilômetros, deverá custar aproximadamente R$ 60 milhões. Como o Governo federal liberou R$ 41 milhões, os R$ 20 milhões adicionais serão recursos próprios e dependem do aval do prefeito Gilmar Olarte (PP).

O projeto vai demorar para sair do papel. Após o aval da Caixa, que só deverá sair em setembro, a revitalização ainda dependerá da licitação da obra, que pode demorar até três meses e ser concluída apenas em dezembro. Neste caso, a obra poderá começar em janeiro de 2015.

O município pretende instalar ciclovia, áreas de contemplação e áreas de lazer ao longo das margens do rio.



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