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Campo Grande, Domingo, 19 de Agosto de 2018

06/12/2016 10:16

Prefeitura deve entregar só sexta-feira explicação sobre reajuste de tarifa

Procurador diz que suspensão do TCE está sendo analisada na assessoria jurídica do gabinete do prefeito

Yarima Mecchi
Passageiros à espera de ônibus na manhã desta terça-feira. (Foto: Fernando Antunes)Passageiros à espera de ônibus na manhã desta terça-feira. (Foto: Fernando Antunes)

O impasse entre sobre o reajuste da tarifa de transporte coletivo urbano de Campo Grande deve durar até o fim desta semana, de acordo com o procurador-geral do Município, Denir Nantes. Segundo ele, o Executivo usará os cinco dias dados pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado) para se manifestar sobre a suspensão decretada pela corte fiscal.

A suspensão ocorreu na sexta-feira (2) pelo conselheiro do TCE, Ronaldo Chadid, e o município tem cinco dias, a partir de quando notificado, para se manifestar. O procurador disse na manhã desta terça-feira (6) que recebeu a notificação segunda-feira (5) e, de acordo com ele, está com a a assessoria jurídica no gabinete do prefeito, Alcides Bernal (PP).

"A notificação está no gabinete do prefeito, com a assessoria jurídica, estão coletando as informações do contrato. Precisamos das informações primeiro antes de ver as providências", justificou.

Nantes declarou que é possível que o município use o prazo dado pelo TCE para se manifestar e com isso o impasse entre o reajuste ou não do preço da passagem de ônibus de R$ 3,25 para R$ 3,53 deve se prolongar por mais uma semana. 
"Vai usar o prazo certamente, só na semana que vem vai manifestar oficialmente", declarou.

Prejudicado - A indefinição no reajuste gerou reflexos no setor. F
uncionários do Consórcio Guaicurus - responsável pelo serviço em Campo Grande - ficaram sem o aumento de 8,5%, definido em acordo salarial.

Os motoristas fizeram paralisação na manhã desta terça-feira e, com isso, os prejudicados foram os usuários. Os funcionários do transporte coletivo cruzaram os braços entre as 4h40 e 6h30, em protesto contra o não pagamento do reajuste salarial.

Trabalhadores e estudantes ficaram quase uma hora esperando ônibus nesta manhã. Quem saiu por volta das 6h de casa enfrentou além de muita espera, os ônibus lotados.



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