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Capital

Presa por incendiar quarto, "Loira Golpista" será monitorada por tornozeleira

Giovana foi liberada após passar por audiência de custódia na manhã desta sexta-feira na Justiça

Por Viviane Oliveira | 27/05/2022 12:28
Giovana, agora com os cabelos escuros, no local onde ocorreu o incêndio. (Foto: Henrique Kawaminami)
Giovana, agora com os cabelos escuros, no local onde ocorreu o incêndio. (Foto: Henrique Kawaminami)

Conhecida como "Loira Golpista", Giovana Rodrigues Nacasato, de 35 anos, voltou a ser presa nesta semana depois de atear fogo em quarto de hotel. O caso aconteceu na manhã de ontem (26), na Avenida Calógeras, no Centro de Campo Grande.

Ela passou por audiência de custódia na manhã desta sexta-feira (27) na Justiça e foi liberada, mas será monitorada por tornozeleira eletrônica. Giovana também está proibida de sair no período noturno (das 20h às 6h) e de se aproximar do inquilino que teve o quarto incendiado.

Conforme apurado pela reportagem, durante a madrugada de ontem (26), por volta das 3h, o dono do local, Odilon Massahitsi Nacasato, de 65 anos, e a filha dele, Giovana, que mora em um dos quartos, começaram a brigar depois que ela teve um surto por uso de entorpecentes.

O inquilino, de 32 anos, ouviu a discussão e foi separar pai e filha, todos foram levados para a Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher). Giovana foi liberada antes dos dois homens e quando eles retornaram ao hotel, encontraram o quarto do inquilino em chamas.

"Perdi a paciência de madrugada, quando ela começou a quebrar tudo, bati nela e fomos pra Deam. Ela chegou primeiro que nós aqui de volta e na delegacia, me ameaçou dizendo: 'Eu sou ruim, mas posso ser pior', é muita coincidência a gente chegar e estar pegando fogo", contou Odilon.

Giovana disse que o fogo começou por problema na rede elétrica, e que teria tentado apagar as chamas, mas não conseguiu. Diante da confusão, os bombeiros acionaram a Polícia Militar. Ao todo, foram usados mil litros de água para conter o incêndio. Giovana foi presa pelo incêndio.

Loira golpista - Em junho do ano passado, Giovana, que tinha os cabelos tingidos, ficou conhecida como "Loira Golpista", presa após aplicar golpes em passageiros ao cobrar valores exorbitantes por corridas curtas. Ela era motorista de aplicativo e chegou a passar na sua máquina de cartão R$ 1,2 mil por corrida que valia R$ 8.

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