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Capital

Preso último foragido por assassinato de homem encontrado no Inferninho

Polícia prendeu nesta sexta-feira o investigado, foragido desde a conclusão do inquérito

Por Gabi Cenciarelli | 17/07/2026 14:48
Preso último foragido por assassinato de homem encontrado no Inferninho
Corpo de Guilherme após ser retirado da cachoeira, em março. (Foto: Osmar Veiga)

A Polícia Civil prendeu nesta sexta-feira (17) Joaquim Barbosa de Lima, conhecido como "Juninho", último investigado que permanecia foragido no caso do assassinato de Guilherme Carlos Canozi, de 29 anos. O crime ocorreu na região da Cachoeira do Inferninho, em Campo Grande.

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A Polícia Civil prendeu Joaquim Barbosa de Lima, o "Juninho", último foragido do caso do assassinato de Guilherme Carlos Canozi, 29 anos, morto na Cachoeira do Inferninho, em Campo Grande. A DHPP concluiu o inquérito com o indiciamento de todos os envolvidos por homicídio qualificado. A polícia apura possível ligação com organização criminosa e não descarta que o crime tenha sido ordenado por terceiros.

A captura foi realizada pela DHPP (Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa). Segundo a polícia, Joaquim estava foragido desde a conclusão do inquérito e era alvo de mandado de prisão preventiva expedido pela 1ª Vara do Tribunal do Júri da Capital.

Com a prisão, todos os investigados apontados pela Polícia Civil como participantes do homicídio passam a estar à disposição da Justiça. Joaquim deverá passar por audiência de custódia e permanecerá preso por determinação judicial.

Preso último foragido por assassinato de homem encontrado no Inferninho

O corpo de Guilherme foi encontrado em 22 de março por um grupo que praticava rapel na Cachoeira do Inferninho. A vítima apresentava sinais de violência e usava tornozeleira eletrônica, o que auxiliou os investigadores a reconstruir seus últimos passos.

Conforme as investigações da DHPP, Guilherme foi mantido em cárcere antes de ser levado ao local onde ocorreu a execução. O inquérito foi concluído neste mês com o indiciamento de todos os envolvidos por homicídio qualificado pelo recurso que dificultou a defesa da vítima.

A Polícia Civil também apura possível ligação do crime com organização criminosa e não descarta a hipótese de que o assassinato tenha sido determinado por terceiros. Essa parte da investigação segue em segredo de Justiça.


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