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Capital

Semed diz que paralisação foi excepcional e reabre Emei após reforço

Sindicato nega ter convocado mobilização e afirma que movimento partiu dos próprios servidores

Por Viviane Oliveira | 18/09/2026 09:53
Semed diz que paralisação foi excepcional e reabre Emei após reforço
Fachada da Emei Professora Emy Ishida Nascimento Nogueira, que retomou o atendimento nesta sexta-feira (Foto: Sofia Lupaes)

A Emei (Escola Municipal de Educação Infantil) Professora Emy Ishida Nascimento Nogueira voltou a receber alunos ainda nesta sexta-feira (18), após amanhecer sem aulas devido à paralisação de assistentes de educação infantil. A Semed (Secretaria Municipal de Educação) informou que mobilizou servidores para recompor a equipe e retomar o atendimento.

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A Emei Professora Emy Ishida Nascimento Nogueira, em Campo Grande, retomou as aulas na sexta-feira (18) após paralisação de assistentes de educação infantil. A Semed mobilizou servidores para recompor a equipe. O sindicato informou que não organizou o movimento, que partiu dos próprios trabalhadores em busca de melhores condições de trabalho.

Mais cedo, o Campo Grande News mostrou que a unidade na Avenida Antônio Maria Coelho, no Santa Fé, havia suspendido as aulas. As famílias foram avisadas na noite de quinta-feira (17) de que não haveria atendimento nesta sexta.

Em resposta à reportagem, a Semed classificou a situação como "excepcional" e informou que a ausência de um grupo de servidores impediu momentaneamente o funcionamento regular da Emei.

Segundo a secretaria, equipes foram mobilizadas imediatamente para recompor o quadro de funcionários. "Neste momento, a Emei já se encontra aberta e apta a receber os alunos", informou a pasta. A Semed acrescentou que acompanha a situação para garantir a normalização das atividades.

O Sindicato dos Servidores Contratados da Administração Pública da Rede Municipal de Campo Grande também se manifestou e afirmou que não tinha conhecimento prévio da paralisação nem recebeu comunicação sobre a organização do movimento.

Conforme a entidade, a mobilização ocorreu por iniciativa dos próprios trabalhadores, sem convocação ou organização do sindicato. A entidade informou ainda que acompanha o caso e está aberta ao diálogo com os servidores e demais envolvidos.

No comunicado enviado às famílias na quinta-feira, a unidade havia informado que funcionou durante o dia com o efetivo disponível e "no limite" para garantir o atendimento e a segurança das crianças. O texto dizia ainda que as profissionais decidiram aderir à paralisação em busca de melhores condições de trabalho.

Na manhã desta sexta-feira, antes do reforço anunciado pela Semed, uma mãe chegou à unidade com a filha sem ter visto a mensagem sobre a suspensão das aulas. A manicure Beatriz Amarilha, de 30 anos, contou que havia saído do Jardim Noroeste e dirigido cerca de 15 minutos até a Emei. Como precisava trabalhar, disse que levaria a filha com ela.

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