Rodovia é fechada com tratores após restrição de caminhões durante obras
Duas pontes, nos quilômetros 205 e 223, estão em manutenção preventiva
RESUMO
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Moradores de Santa Rita do Pardo bloquearam a MS-040 com tratores nesta sexta-feira (18) em protesto contra a restrição de veículos pesados na rodovia, causada por obras em duas pontes nos quilômetros 205 e 223. A manifestação deve durar o dia todo, liberando apenas casos urgentes e ônibus escolares. Motoristas devem usar a BR-262 ou a BR-267 como rotas alternativas.
Moradores de Santa Rita do Pardo bloquearam nesta sexta-feira (18) a MS-040, no sentido Campo Grande, em protesto contra a restrição à circulação de veículos pesados na rodovia. Tratores foram utilizados para fechar completamente a pista.
A mobilização ocorre após a interdição parcial do trecho devido às obras de manutenção preventiva em duas pontes da rodovia. Com a realização dos serviços, a passagem de caminhões e carretas está proibida, enquanto veículos de passeio continuam autorizados a trafegar.
A justificativa é que, se os veículos pesados não podem passar pelo trecho, a comunidade também não quer permitir a circulação dos demais veículos durante o protesto.
A previsão é de que a manifestação mantenha a MS-040 fechada ao longo do dia. Serão liberados apenas casos urgentes, ônibus escolares e veículos de moradores do município. Equipes do Batalhão de Polícia Militar Rodoviária estão em deslocamento para o local.
As duas pontes, nos quilômetros 205 e 223, estão em manutenção preventiva. Os serviços são realizados pela Caminhos da Celulose e começaram no dia 6 de setembro.
Enquanto as obras estiverem em andamento, a orientação aos condutores é utilizar rotas alternativas. Entre as opções estão a BR-262, que liga Campo Grande a Três Lagoas, e a BR-267, no trajeto entre Nova Alvorada do Sul e Bataguassu.
A Caminhos da Celulose informou que as intervenções são emergenciais e necessárias para garantir a segurança dos usuários e das equipes envolvidas nos trabalhos.
"A concessionária está trabalhando na construção da melhor solução para viabilizar a liberação, ainda que parcial, do trecho. A segurança e a integridade dos usuários, das equipes e de todos os envolvidos nas intervenções permanecem como prioridade", disse em nota.
* Matéria atualizada às 10h08 para acrescentar nota da Caminhos da Celulose
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