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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

27/05/2013 14:32

Sindicato diz que suplentes já estão no lugar de líderes do PCC em MS

Evelyn Souza

Os números apresentados pela Operação Blecaute não empolgaram quem trabalha no presídio de Segurança Máxima de Campo Grande. O presidente  da Fenaspen (Federação Nacional Sindical dos Servidores Penitenciários), Fernando Anunciação, garante que outros já assumiram o comando do PCC, facção criminosa alvo da ação de sexta-feira, desencadeada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado).

Com 38 presos tranferidos para o Presídio Federal e para a unidade de Dourados, na última sexta-feira (24), o grupo especial do MPE anunciou ter acabado com a organização dentro da Máxima. Não é o que o sindicato acha. “Medida paliativa, não resolve. Novas lideranças já assumiram os postos, eles são tão organizados que já deixam um suplente. Quando um líder cai, já tem outro para assumir”, afirma Anunciação.

Segundo o presidente do Sindicato, não adianta transferir os detentos, porque depois de dois anos, eles voltam para a Máxima e enquanto isso, os crimes continuam sendo articulados, por outros presos. “O que falta é investimento e segurança nos presídios estaduais. Até em um supermercado, quando você entra, tem câmeras de segurança filmando tudo o que você faz lá dentro. Eles trabalham com tecnologia. Agora nosso presídio não tem nada disso, é uma bagunça”, explica ele que diz ainda, que são os presos quem mandam nos presídio da Capital.

Questionado pelo Campo Grande News, em relação ao que poderia ser feito para melhorar a falta de segurança nas penitenciárias, ele usa como referência, o Presídio Federal e reclama da falta de agentes penitenciários.

Segundo Anunciação, são 12 servidores para atender ao presídio de Segurança Máxima, que hoje tem 2 mil presos, apesar da capacidade para 600 apenas. Ainda de acordo com ele, o Presídio Federal tem 180 presos e 30 agentes penitenciários.

Transferência: Os presos transferidos na última sexta-feira são acusados de fazer ataques contra agentes penitenciários e policiais militares. Do total, 28 foram para a unidade federal em Campo Grande e outros dez presos foram transferidos para o presídio Harry Amorim Costa, em Dourados.

A operação “Blecaute”,foi deflagrada pelo GAECO, Polícia Militar e a AGEPEN (Agência Penitenciária Estadual), em Campo Grande, Dourados, Três Lagoas, Ponta Porã, Nova Andradina e Corumbá. 



Quando sairam os presos da máxima, muitos presos já se falavam, se organizavam e se substituiam e ficaram cada um no comando daqueles que foram transferidos para outras penitenciarias. O PCC não acaba porque não querem acabar com ele,e aí vem falar em bloquear as linhas telefônicas de dentro do presidio? MATE NA RAIZ O PROBLEMA, ACABE COM A ENTRADA DE CELULAR DENTRO DOS PRESIDIOS, pelos funcionários, e outras pessoas , instale o BLOQUEADOR DE CELULARES.MATA NA RAIZ, NA ESSENCIA, e Não superficialmente apenas., isso não resolve nada, só atrai mais ainda os presidiarios e fazer mais e mais, e a comprar nova e novas linhas e aparelhos de celulares.
 
maristela da conceição em 28/05/2013 23:40:03
É um ciclo vicioso! Alguns sobem, outros descem, pessoas que até então vivem de forma correta acaba se envolvendo no mundo do crime, como o que ocorreu com a advogada presa e ocorre com diversos membros de famílias diariamente. A falta de segurança e a estrutura dos presídios existem por conta dos nossos governantes que fazem o que bem entende e a população passiva nada faz ou nada exige para combater, se quer na hora de eleger a população é capaz de fazer uma análise crítica em seu candidato, muitas das vezes acaba votando em troca de algumas migalhas. Antes de exigir mudanças drásticas, nós mesmos eleitores temos que mudar nossos pensamentos, nossa postura, somente assim ocorrerá a mudança deseja. Ao contraio continuaremos a ver os absurdos que vemos todos os dias.
 
Guilherme Luiz em 28/05/2013 10:16:12
Agora com a polêmica da PEC 37 estas operações do MP e da Polícia começam a aparecer e mostrar resultados com gande numero de prisões e tudo mais. Espero que estas autoridades estajam peocupadas com os policiais, pois eles sim trabalham para proteger a população e ganham uma ínfima fração do que ganham Promotores, Delegado e Oficiais da PM.
 
Antonio Marcos em 27/05/2013 22:49:41
Só tem um jeito de acabar com isso, transferir não adianta, que Deus me perdoe mas somente eliminando acabará com isso!
Tem que acabar com o mau pela raiz;
 
Anderson Silva em 27/05/2013 16:52:53
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