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Capital

Suspeito de latrocínio morto em confronto, "Tucano" cumpriu pena por homicídio

Cézar Antunes de Lima, cometeu homicídio em 2003 e roubos em entre 2014 e 2019

Por Mariana Rodrigues | 14/05/2021 16:59


"Tucano", em imagem da ficha do sistema prisional.(Foto: Reprodução de processo)
"Tucano", em imagem da ficha do sistema prisional.(Foto: Reprodução de processo)

Apelidado de "Tucano", Cézar Antunes de Lima, 36 anos, morto no quarto do pensionato em que morava na tarde desta sexta-feira (14), no Bairro Jóquei Clube. em Campo Grande, já tinha várias passagens pela polícia entre elas roubo e homicídio. Ele era suspeito de participar do latrocínio da artista plástica Catarina Maria Marquesi Moreira, de 72 anos, no início deste mês.

Segundo as informações da Justiça, Cézar já tinha sido preso por roubos e também por homicídio cometido em 2003, registrado na Delegacia de Homicídios. Foi julgado por esse crime em 2008, quando foi condenado à pena de seis anos e seis meses em regime fechado, cumprida inicialmente no IPCG (Instituto Penal de Campo Grande).

Mas sua vida no mundo do crime não parou por aí. Em 2014 Cézar e um adolescente abordaram comerciante e levaram R$ 95 que estava no bolso dele. Eles foram violentos durante o crime e o dinheiro foi usado para compra de drogas.

Cézar Antunes de Lima, 36 anos, conhecido como "Tucano" foi morto nesta sexta-feira. Ele já era conhecido no meio policial por outros crimes. (Foto: Jhefferson Gamarra)
Cézar Antunes de Lima, 36 anos, conhecido como "Tucano" foi morto nesta sexta-feira. Ele já era conhecido no meio policial por outros crimes. (Foto: Jhefferson Gamarra)

Também respondia pelo roubo de um aparelho televisor de 55 polegadas em 2019. Um dos vários roubos era investigado pela Derf (Delegacia Especializada de Roubos e Furtos), delegacia que investiga atualmente o latrocínio que vitimou a artista plástica Catarina Maria Marquesi Moreira, de 72 anos, no último dia 4.

Cézar foi morto na tarde desta sexta-feira (14), na Rua Ouro Branco, no Bairro Jóquei Clube.

Estava no quarto que alugava em um pensionato, enquanto almoçava, por volta do meio-dia. Cézar estava no quarto, comendo arroz com frango, quando os policiais chegaram à pensão, bateram no portão e disseram que precisavam entrar.

Segundo informado pela Polícia Civil, Cézar estava armado e trocou tiros com a equipe policial, que reagiu.

Caso- A artesã foi encontrada pelo marido na sala da casa ainda com vida, mas não resistiu. O crime aconteceu na Rua João Pessoa, quase esquina com a 13 de Maio, na região do Bairro São Francisco. Segundo a polícia, perícia inicial mostrou que o autor do crime entrou na casa pelo muro após invadir a residência que fica ao lado do local, com um pedaço de madeira colocado para dar apoio.

 A principal suspeita é de que o autor tenha invadida a casa na tentativa de encontrar um cofre, que não existe no local. Segundo a Polícia Civil, não havia lesões aparentes no corpo, o que mostra que ela pode ter sido agredida apenas com socos e por isso morreu. O caso segue sob investigação da Derf.

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