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Campo Grande, Quarta-feira, 20 de Setembro de 2017

23/08/2017 10:38

Suspeito esquartejou corpo de Kauan para dificultar buscas, conclui polícia

Até ver o corpo, mãe continua com esperança de encontrar o filho vivo

Guilherme Henri
Deivid Almeida Lopes, 38 anos durante reconstituição do crime (Foto: André Bittar)Deivid Almeida Lopes, 38 anos durante reconstituição do crime (Foto: André Bittar)

A Polícia Civil suspeita que para dificultar as buscas, o corpo de Kauan Andrade Soares dos Santos, 9 anos foi esquartejado antes de ser desovado no rio Anhanduí, em Campo Grande.

As investigações apontam que o menino foi estuprado até a morte, no dia 25 de junho. O principal suspeito de cometer o crime é Deivid Almeida Lopes, 38 anos, preso no dia 21 do mês passado. Ele teria contado com a ajuda de um adolescente de 14 anos, que está apreendido na Unei (Unidade Educacional de Internação) Dom Bosco.

A informação do esquartejamento foi divulgada em nota oficial da Polícia Civil e conforme apurou o Campo Grande News, o que pode comprovar a hipótese é a dificuldade em encontrar o corpo.

Janete dos Santos Andrade, a mãe de Kauan, no primeiro dia de buscas pelo corpo (Foto: Marcos Ermínio/ Arquivo)Janete dos Santos Andrade, a mãe de Kauan, no primeiro dia de buscas pelo corpo (Foto: Marcos Ermínio/ Arquivo)

Buscas minuciosas foram feitas pelo Corpo de Bombeiro na região, por pelo menos sete dias e apenas um saco plástico, com uma suposta mexa de cabelo foi encontrado no local.

Os detalhes da nova versão serão revelados na conclusão do inquérito, marcado para esta sexta-feira (25).

Esperança – Sem ver o corpo de seu filho, Janete dos Santos Andrade, a mãe de Kauan, segue com esperança de encontrar seu filho vivo. “Nestes dois meses eu tenho pedido muito a Deus por consolo, mas não tem adiantado. A dor de saber que meu filho ainda está desaparecido é grande”, desabafa.

Questionada sobre a nova versão da polícia, Janete manda um recado para o suspeito de estuprar e matar seu filho. “Se tudo isso for verdade mesmo, que ele pague na mesma moeda o que fez com meu filho. Só a cadeia não é suficiente para ele”, diz.

Janete ainda informou que ela e sua família devem acompanhar o encerramento do inquérito para "esclarecer as dúvidas" que ainda tem.




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