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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

25/10/2011 19:17

“Vou pagar o que devo e depois volto para a rua”, diz assassino confesso

Ana Paula Carvalho e Paula Maciulevicius

Jovem matou duas pessoas e baleou outra em menos de um mês

Wagner matou confessou ter matado adolescente (Foto: Pedro Peralta)Wagner matou confessou ter matado adolescente (Foto: Pedro Peralta)

Wagner Martins de Oliveira Júnior, de 19 anos, conhecido como “Pezão” foi reapresentado na tarde desta terça-feira, após ter confessado o assassinato de Kayo Weslley, de 16 anos.

O adolescente foi baleado na cabeça na noite do dia 22 de setembro, na rua Mestre Valentim, próximo a feira livre do bairro Estrela do Sul, em Campo Grande.

Pezão foi preso na noite do 28 de setembro durante uma operação conjunta da Polícia Militar e da Polícia Civil. Ele confessou um homicídio e uma tentativa de homicídio, mas negava ter matado o adolescente.

Ele só confessou após o delegado Weber, responsável pelas investigações, afirmar que o projétil encontrado no local onde o menor foi baleado batia com os que foram encontrados nos corpos das outras duas vítimas.

O jovem que, quando menor, tem passagem por roubos qualificados, furtos e tentativa de homicídio doloso não demonstrou arrependimento ao falar sobre os dois homicídios e a tentativa de homicídio que cometeu. Todos no mês de setembro deste ano. “Vou pagar o que devo e depois volta para a rua”, diz.

Pezão relatou ao delegado que estava na pracinha da feira quando foi ameaçado por Kayo, em uma motocicleta ele foi até a casa onde mora, pegou uma arma e ficou na esquina esperando o adolescente passar. Quando ele se aproximou, Wagner efetuou vários disparos.

A reprodução simulada do crime aconteceu na tarde de ontem (24), oito pessoas, entre elas delegado, peritos, policiais e o envolvido estiveram no local onde o adolescente foi baleado para reproduzir o que aconteceu no dia.

Outros crimes - Ele também confessou ter matado Ederson dos Santos Malaquias, de 28 anos, na madrugada do dia 04 de setembro, na rua Alameda do Café, no Jardim Imperial.

Ele alegou que três dias antes do crime, Ederson, que era usuário de drogas, tentou matá-lo com uma faca. E que a briga entre os dois era antiga por conta de uma desavença de gangues dos bairros Jardim Imperial e Estrela do Sul. Wagner disparou vários tiros de revólver calibre 38 contra o homem. Um deles atingiu as costas e o projétil atravessou as costas e perfurou o lado esquerdo do braço. Ele morreu no local.

Wagner também deu dois tiros em Eliezer José Borges, também no mês de setembro. Segundo a Polícia, ele desceu de um carro e efetuou vários disparos, um acertou Eliezer na perna e outro no pé. O motivo seria uma briga por causa de dívida de droga.

Ele alega que foi um acidente, que estava com a arma e que ela disparou sem querer. Ainda segundo ele, o próprio Eliezer teria confirmado isso, mas o delegado nega essa informação. A vítima afirma, apenas, que conhecia o autor.



Isso ai é a escória do mundo, não merecia ter nascido.
Digam sinceramente, que futuro um lixo como esse tem para a sociedade?
 
Julio Martini em 11/10/2012 17:21:40
Simplesmente a "Certeza da insignificância da pena a ser cumprida", ou pior, certeza da IMPUNIDADE propriamente dita. Observem as notícias anteriores. Suspeitos presos em flagrante, simplesmente dão risada para os flashs da imprensa. Debocham de nossa cara. Temos a certeza de que ninguém fica preso dado a princípios constitucionais que devem ser revistos. Quem padece é o povo honesto.
 
Carlos Spinelli em 25/10/2011 07:51:58
É por essas e outras que nossa legislação penal tem que mudar. Enquanto os criminosos não ficarem de fato presos, sendo obrigados a trabalhar em prol da própria sociedade que destroem, nada muda. O cara comete um crime, e ouvido e liberado para responder em liberdade. E em muitos casos, mesmo após ser julgado e condenado pode ainda permanecer em liberdade até esgotarem-se os recursos finais.
 
Fernando Silva em 25/10/2011 07:49:48
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