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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

06/06/2011 17:40

CNJ vota nesta terça relatório sobre correição feita na Justiça de MS

Marta Ferreira
Visita de representantes do CNJ teve audiência pública no TJ. (Foto: João Garrigó)Visita de representantes do CNJ teve audiência pública no TJ. (Foto: João Garrigó)

Seis meses depois de vir a Mato Grosso do Sul para investigar a quantas anda o Judiciário Estadual, o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) vai votar amanhã o relatório da inspeção, feita no período de 29 a 1º de dezembro de 2010.

A votação está na pauta da sessão de amanhã do Conselho. No fim de maio, a corregedora-geral de Justiça do CNJ, Eliana Calmon de Sá, disse que foram encontradas na Justiça estadual “muitas coisas desorganizadas”.

Na entrevista, em que falou de forma geral das correições feitas no Judiciário dos Estados, ela disse que as inspeçõs foram difíceis e por isso o resultado estava demorando tanto a sair.

O CNJ não divulgou qualquer detalhe sobre a situação encontrada no Estado.

O grupo que veio a Mato Grosso do Sul recebeu mais de 200 reclamações e denúncias.

Informações extraoficiais apontavam para a apuração de casos de suposto favorecimento, tráfico de influência e recebimento propinas para acobertamento de desvio de verbas da Assembleia Legislativa, Ministério Público Estadual e governo do Estado.

A pena máxima que poderá ser sugerida pelo CNJ aos magistrados, caso sejam confirmadas as denúncias, é de aposentadoria compulsória. As acusações envolvendo as demais esferas serão encaminhadas a outras instâncias judiciais.

A inspeção foi definida após a Operação Uragano, que colocou atrás das grades o comando da prefeitura de Dourados e provocou a renúncia do então prefeito, Ari Artuzi.

Em uma das gravações, surgiu a denúncia de repasses irregulares para o TJ e o MPE (Ministério Público Estadual), gerando pressão popular que provocou a correição.



"Vai pra casa menino ,ta de castigo viu. prevaricou demais "
Imagina só que pena pesada para quem prevarica,ou rouba o dinheiro publico,ou que é pior para que que "teria"que punir mas não o faz.
Que saudade da ditadura,aonde o destinos dos safados corruptos era os porões .
Ia muitos inocentes tambem ,mas muito menos do que agora.
 
Jorge Fontes em 07/06/2011 07:27:17
"A pena máxima que poderá ser sugerida pelo CNJ aos magistrados, caso sejam confirmadas as denúncias, é de aposentadoria compulsória".
Não sei o que é mais vergonhoso para o cidadão de bem: o crime ou a pena.
Porém, é a lei.
Não está longe o dia em que rasgaremos as leis.
Penas assim subsidiam a criminalidade. A alta sociedade corrupta atira no próprio pé.
 
Carlos Alberto de Oliveira Braga em 06/06/2011 09:54:21
Aconselho LEXOTAN.de seis em seis h.hahahaha.
 
Manoel afonso em 06/06/2011 08:34:40
"A pena máxima que poderá ser sugerida pelo CNJ aos magistrados, caso sejam confirmadas as denúncias, é de aposentadoria compulsória".

Se eu entendi bem, um camarada salafrário comprovado álém de surrupiar a moral de uma instituição que deveria ser o fiel da balança social, e usurpar o erário, além de não ressarcir o povo ainda será aposentado com todos os bônus?

Estamos absolutamente perdidos. Aos amigos tudo; aos demais, a lei.
Pois que rasguem os códigos e as leis. Homens verdadeiramente esclarecidos, luminárias dos grande princípios... Aonde estão vossas mercês? O que fizeram de sí próprios?!
 
Carlos Alberto de Oliveira Braga em 06/06/2011 07:37:32
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